A nossa Investigadora Professora Doutora Iolanda Évora, juntou-se a um consórcio com universidades e instituições da Europa, África e Caraíbas para desenvolver o projeto de investigação TransatlanticLab-101235830, HORIZON-MSCA-2024-SE-01, que visa examinar, a partir de uma perspetiva material, as dinâmicas coloniais e pós-coloniais entre África, Europa e América desde o século XVI até à atualidade. Em representação ao CEsA/ISEG Research/ISEG/Universidade de Lisboa, integrará as equipas do bloco de instituições portuguesas, cabo-verdianas e são-tomenses.

Leia mais: El Instituto de Historia lidera un proyecto europeo para analizar las huellas del colonialismo | Centro de Ciencias Humanas y Sociales (csic.es)

 

O Working Paper CEsA/ISEG Research n.º 207/2025, intitulado The Historical Constraints of Africa South-South Cooperation: 30 years of TICAD through the lenses of South-South-Triangular Cooperation, analisa as três décadas desde a Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD) e o seu papel para reduzir a marginalização de África e a sua dependência da ajuda

O legado da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD) e a sua contribuição para a promoção de mudanças estruturais no desenvolvimento em África através da Cooperação Sul-Sul e Triangular são as conclusões do novo Working Paper CEsA/ISEG Research n.º 207/2025, intitulado The Historical Constraints of Africa South-South Cooperation: 30 years of TICAD through the lenses of South-South-Triangular Cooperation.

Da autoria de Pedro Miguel Amakasu Raposo de Medeiros Carvalho, professor na Kansai University (Osaka, Japão) e investigador do CEsA/ISEG Research, o artigo recorre a uma abordagem qualitativa e cronológica e a uma análise cruzada de relatórios, documentos e literatura secundária, aproximadamente de 1960 a 2022, para compreender o significado conceptual da Cooperação Sul-Sul e Triangular, entender as razões históricas pelas quais esta modalidade não avançou em África, e examinar o contributo da mesma ao longo de três décadas da TICAD para reduzir a marginalização de África e a sua dependência da ajuda.

O Working Paper n.º 207/2025 pode ser descarregado neste link: https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/10/Working-Paper_207-2025_Final.pdf

 

Resumo:

Baseando-se nos conceitos de autossuficiência e auto-ajuda, este artigo contribui para a literatura sobre a cooperação Sul-Sul e Triangular, primeiro para compreender o seu significado conceptual; em segundo, entender as razões históricas pelas quais a cooperação sul-sul não avançou em África; e terceiro, examina o contributo da cooperação triangular ao longo de três décadas da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD) para reduzir a marginalização de África e a sua dependência da ajuda. Com recurso a uma abordagem qualitativa e cronológica e a uma análise cruzada de relatórios, documentos e literatura secundária, aproximadamente de 1960 a 2022, concluímos que o papel do TICAD não só contribuiu para mudanças estruturais no desenvolvimento em África através da agenda sul-sul e cooperação triangular, como também redefiniu o paradigma da assistência ao desenvolvimento com base nos princípios do TICAD, tornando-se assim parte da Agenda Global para o Desenvolvimento

 

Sobre o autor:

Pedro Miguel Amakasu Raposo de Medeiros Carvalho é professor na Kansai University (Osaka, Japão) e investigador do CEsA/ISEG Research.

 

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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução

Resumo

Baseando-se nos conceitos de autossuficiência e auto-ajuda, este artigo contribui para a literatura sobre a cooperação Sul-Sul e Triangular, primeiro para compreender o seu significado conceptual; em segundo, entender as razões históricas pelas quais a cooperação sul-sul não avançou em África; e terceiro, examina o contributo da cooperação triangular ao longo de três décadas da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD) para reduzir a marginalização de África e a sua dependência da ajuda. Com recurso a uma abordagem qualitativa e cronológica e a uma análise cruzada de relatórios, documentos e literatura secundária, aproximadamente de 1960 a 2022, concluímos que o papel do TICAD não só contribuiu para mudanças estruturais no desenvolvimento em África através da agenda sul-sul e cooperação triangular, como também redefiniu o paradigma da assistência ao desenvolvimento com base nos princípios do TICAD, tornando-se assim parte da Agenda Global para o Desenvolvimento.

Citação

Amakasu Raposo de Medeiros Carvalho, Pedro Miguel (2025). “The Historical Constraints of Africa South-South Cooperation: 30 years of TICAD through the lenses of South-South-Triangular Cooperation”. CEsA/ISEG Research – Documentos de trabalho nº 207/2025

O Working Paper CEsA/ISEG Research n.º 206/2025, intitulado Multiplexing Corporate Power: Navigating corporate autonomy in the EU Global Gateway, apresenta o quadro conceptual de “multiplexação de força geoeconómica” para explicar como as corporações processam inputs públicos através de dimensões geográficas, sectoriais, temporais e de rede

As dinâmicas de dependência entre corporações e os diversos atores envolvidos nos projetos da iniciativa Global Gateway, da União Europeia, bem como o impacto dessa relação no alcance de objetivos geoeconómicos, são o foco do novo Working Paper CEsA/ISEG Research n.º 206/2025, intitulado Multiplexing Corporate Power: Navigating corporate autonomy in the EU Global Gateway.

Da autoria de Luís Pais Bernardo, investigador do CEsA/ISEG Research, o estudo analisa três projetos emblemáticos — Corredor do Lobito (Angola), BRT de Dakar (Senegal) e Cidade Industrial Marítima de Lumut (Malásia) — a partir dos quais desenvolve um quadro conceptual inovador que explica como as corporações processam inputs públicos em diferentes dimensões: geográfica, sectorial, temporal e de rede.

Com base nessas interações, o autor identifica quatro “perfis de multiplexador”: autónomo (alta alavancagem, baixa dependência), dirigido (alta alavancagem, alta dependência), limitado (baixa alavancagem, alta dependência) e oportunista (baixa alavancagem, baixa dependência). O estudo mostra ainda que, ao delegar a implementação da iniciativa em atores corporativos, a UE cria bloqueios dependentes de trajetória que podem redirecionar ou comprometer os objetivos originais da Global Gateway.

O Working Paper n.º 206/2025 pode ser descarregado neste link: https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/publicacoes/working-paper-206-2025-multiplexing-corporate-power-navigating-corporate-autonomy-in-the-eu-global-gateway/

 

Resumo:

A iniciativa Global Gateway da EU depende de corporações para alcançar objetivos geoeconómicos, criando dependência estrutural de atores com capacidade autónoma de transformação. Analisando documentos oficiais e três projetos emblemáticos (Corredor do Lobito em Angola, BRT de Dakar no Senegal e Cidade Industrial Marítima de Lumut na Malásia), desenvolvo um quadro conceptual de “multiplexação de força geoeconómica” que explica como as corporações processam inputs públicos através de dimensões geográficas, sectoriais, temporais e de rede. Quatro “perfis de multiplexador” emergem da interação entre alavancagem e dependência de patrono: autónomo (alta alavancagem, baixa dependência), dirigido (alta alavancagem, alta dependência), limitado (baixa alavancagem, alta dependência) e oportunista (baixa alavancagem, baixa dependência). A EU enfrenta tensão inerente: canalizar prioridades através de corporações de alta alavancagem convida menor dirigibilidade, enquanto atores mais dependentes carecem de capacidade transformadora. Delegar implementação a atores corporativos cria bloqueios dependentes de trajetória que podem redirecionar ou minar objetivos originais.

 

Sobre o autor:

Luís Pais Bernardo é investigador do CEsA/ISEG Research. Atua nas áreas de Ciências Sociais com ênfase em Ciências Políticas.

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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução

Resumo

A iniciativa Global Gateway da EU depende de corporações para alcançar objetivos geoeconómicos, criando dependência estrutural de atores com capacidade autónoma de transformação. Analisando documentos oficiais e três projetos emblemáticos (Corredor do Lobito em Angola, BRT de Dakar no Senegal e Cidade Industrial Marítima de Lumut na Malásia), desenvolvo um quadro conceptual de “multiplexação de força geoeconómica” que explica como as corporações processam inputs públicos através de dimensões geográficas, sectoriais, temporais e de rede. Quatro “perfis de multiplexador” emergem da interação entre alavancagem e dependência de patrono: autónomo (alta alavancagem, baixa dependência), dirigido (alta alavancagem, alta dependência), limitado (baixa alavancagem, alta dependência) e oportunista (baixa alavancagem, baixa dependência). A EU enfrenta tensão inerente: canalizar prioridades através de corporações de alta alavancagem convida menor dirigibilidade, enquanto atores mais dependentes carecem de capacidade transformadora. Delegar implementação a atores corporativos cria bloqueios dependentes de trajetória que podem redirecionar ou minar objetivos originais.

Citação

Pais Bernardo, Luís (2025). “Multiplexing Corporate Power: Navigating corporate autonomy in the EU Global Gateway”. CEsA/ISEG Research – Documentos de trabalho nº 206/2025

É um lugar-comum afirmar que as economias e sociedades do Sul global se caracterizam por níveis elevados de informalidade, atendendo à grande proporção das transações comerciais, atividades produtivas e relações laborais que dispensam contratos formais e que não são abrangidas pela tributação e regulação estatais. Existe, porém, menos consenso relativamente às consequências desta informalidade generalizada e à forma como deve ser encarada.

Tratar-se-á, como sugere a visão mais tradicional, de um sintoma disfuncional de subdesenvolvimento, que importa corrigir através da regulação e inclusão? Ou, como afirmam algumas perspetivas mais recentes, estaremos a falar antes de respostas flexíveis ao excesso de regulação e tributação, esse sim disfuncional? Ou, ainda, será mais adequado pensarmos na informalidade como um espectro, que vai das atividades que escapam ao âmbito da regulação (como toda a esfera da reprodução social) àquelas que pensamos que não podem dispensar a regulação?

Deve a informalidade ser pensada com a carga eminentemente negativa que tradicionalmente lhe está associada, ou como uma expressão criativa das atividades de produção e reprodução social que permeiam o conjunto das sociedades – no fundo, como uma expressão da(s) economia(s) da vida?

O número 13 da Mundo Crítico – Revista de Desenvolvimento e Cooperação propõe-se lançar uma reflexão acerca da questão da informalidade nas suas relações com o desenvolvimento e a cooperação internacional. Quem define a informalidade e que implicações têm essas definições? Será a informalidade funcional – e para quem? É a informalidade um problema ou uma solução? As iniciativas de inclusão e regularização melhoram a condição dos mais vulneráveis, ou limitam-se a acrescentar mais um fator de vulnerabilidade? Pode a cooperação internacional ser fator de ameaça ou de promoção da informalidade? Para este número da Mundo Crítico, convidamos à submissão de artigos de diferentes formatos que abordem estas e outras questões enquadráveis nesta temática.

Uma iniciativa ACEP e CEsA Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento/ISEG Research, com o apoio do Camões, I.P. Envie os seus contributos (textos, ensaio fotográfico, narrativas.) até ao próximo dia 30 de Novembro de 2025.

Consulte o Regulamento aqui.

 

Autor: Reprodução/ACEP
Imagem: ACEP/Reprodução

Resumo

Ao longo do tempo, o turismo tem acompanhado a evolução das sociedades e, atualmente, é frequentemente considerado um motor de desenvolvimento económico e social para muitos países. Apesar disso, Angola continua a registar números relativamente baixos de fluxos internacionais de turistas. De acordo com o Plano Diretor do Turismo de Angola, previa-se, para 2017, um número de chegadas entre 1,4 e 3,5 milhões, mas, na realidade, foram registadas apenas 0,26 milhões — um valor cerca de 5 a 13 vezes inferior às projeções iniciais (MEPA, 2020).

A análise desta realidade alertou para o facto de que os recursos naturais e culturais, a disponibilidade de infraestruturas de qualidade e as condições gerais de funcionamento de um país — como segurança, higiene e condições de saúde — são fatores essenciais de competitividade, mas não exclusivos. A entrada em Angola requer um pedido de visto para a maioria dos países de origem dos turistas. Em 2017, dos quinze países que mais viajaram para Angola, apenas dois não necessitavam de visto prévio e quatro não necessitavam de visto à chegada (MEPA, 2020). Esta constatação e as alterações legais introduzidas em 2018, na política de vistos, motivaram o presente estudo, que procura responder à seguinte questão de partida: em que medida a política de vistos é importante para o desenvolvimento do turismo estrangeiro em Angola?

O artigo está estruturado em várias secções. Inicia-se com uma introdução, seguida do estado da arte. A segunda secção apresenta a evolução do turismo em Angola nas últimas décadas, tanto em termos legislativos como estatísticos, contextualizando a situação política, social e económica vivida, bem como a política de vistos e as principais opções e enquadramento legal. Na terceira secção, é apresentada a metodologia adotada, seguida da discussão dos resultados.

Citação

Sarmento, E., & Silva, E. (2025). Visa policy and its potential on attracting inbound tourism flows in Angola. In Eduardo Brito-Henriques, Eduarda Marques da Costa & Patrícia Abrantes, Planeamento Territorial e Turismo. Estudos em homenagem a José Manuel Simões (Cap. 13, pp. 153-162). ISBN: 978-989-693-188-9. Lisboa: Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. ISBN 978-972-636-316-3 DOI 10.33787/CEG20250001

Resumo

O relatório de 2024 sobre os Direitos Humanos Económicos e Sociais em São Tomé e Príncipe, desenvolvido no âmbito dos projetos “Observatório das Políticas e da Governação em São Tomé e Príncipe” e “Melhor Governação, Mais Direitos, Mais Cidadania”, apresenta uma análise detalhada do acesso da população santomense a direitos básicos como habitação, saúde, educação, alimentação, água e justiça.

Citação

Sangreman, C et al (2024). Direitos Humanos, Económicos e Sociais em São Tomé e Príncipe. Lisboa: ACEP.

 

A IV Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-África realizar-se-á entre os dias 25 e 27 de março de 2026, em Maputo, com o tema “Diversidade Cultural, Inovação Digital e Saberes Ancestrais: Construindo futuros sustentáveis em África”. O encontro propõe um diálogo entre o património cultural e o pensamento contemporâneo, articulando áreas como diversidade cultural, tecnologias emergentes, saberes tradicionais e políticas públicas para o desenvolvimento sustentável, alinhadas com a Agenda 2063 da União Africana e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Durante estes dias, jovens investigadores, académicos, decisores políticos, artistas e representantes da sociedade civil reunir-se-ão em sessões plenárias, mesas temáticas, oficinas de capacitação e atividades culturais, promovendo a partilha de ideias e experiências, a conferência assegura uma participação ampla e inclusiva, com destaque para a promoção da liderança juvenil e da excelência científica africana.

Entre os resultados esperados, destacam-se a criação de uma Incubadora de Inovação Ancestral, o Laboratório de Políticas Públicas Sul-Sul e o programa de Residência em Diplomacia Cultural “Africanidade Reimaginada”, iniciativas que consolidam o legado transformador da EJICPLP.

 

Chamada de Trabalhos

Já estão abertas as inscrições para a Chamada de Trabalhos da IV Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-África. Jovens investigadores com idade entre 18 e 45 anos estão convidados a submeterem as suas propostas de comunicação em formato de resumo, até ao dia 3 de janeiro de 2026. Todas as informações estão disponíveis na página oficial do evento (clique aqui).

 

Sobre a Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-África

O encontro é uma iniciativa internacional que visa fortalecer a excelência científica e fomentar a liderança juvenil no espaço da CPLP. Representa um marco na consolidação de uma comunidade científica jovem, criativa e colaborativa, promovendo uma investigação crítica, inovadora e socialmente relevante, reforçando a cooperação científica e cultural para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.

Após duas edições realizadas em Portugal (na Lisbon School of Economics and Management – ISEG, Universidade de Lisboa, em 2021 e 2022) e uma em Angola (no Centro de Ciência de Luanda, 2024), a Conferência regressa ao continente africano, em Maputo, Moçambique, de 25 a 27 de março de 2026, na sua estrutura híbrida e itinerante para celebrar o diálogo entre tradição, inovação e sustentabilidade.

A Associação EJICPLP África em coorganização com a UNESCO, a Universidade Eduardo Mondlane, a Felcos Umbria e em parceria com o Ministério da Educação e Cultura de Moçambique, o CESA – Centro de Estudos sobre Africa da Universidade de Lisboa, a OWSD, a Universidade Joaquim Chissano, a Universidade Católica de Moçambique entre outras instituições académicas e culturais da CPLP, trabalham para que esta edição possa reforçar o compromisso com a valorização das vozes africanas, a cooperação científica Sul-Sul e o reconhecimento dos saberes locais como pilares para a construção de futuros equitativos e sustentáveis.

Leia mais no site oficial do evento: IV CONFERÊNCIA

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt) com informações da Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-África
Imagem: Reprodução

 

A Museus e Monumentos de Portugal, o Museu Nacional de Etnologia e o CEsA – Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (ISEG RESEARCH/ISEG/Universidade de Lisboa) têm o prazer de convidar para a Mesa-redonda “Desafios Contemporâneos em Tempos Pós-Coloniais”, que terá lugar no dia 12 de novembro de 2025, às 18h00, no Museu Nacional de Etnologia (Av. da Ilha da Madeira – Lisboa). A sessão será moderada pela Professora Doutora Isabel Castro Henriques, investigadora do CEsA, e terá apresentações de Gonçalo de Carvalho Amaro, Inocência Mata, Margarida Calafate Ribeiro, Ana Paula Tavares e Lívio de Morais.

A exposição Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. O Colonialismo Português em África: Mitos e Realidades, patente ao público até 30 de novembro de 2025 no Museu Nacional de Etnologia, foi concebida e coordenada pela historiadora Isabel Castro Henriques, em colaboração com 30 investigadores que desenvolvem os vários temas abordados. A exposição visa apresentar as linhas de força do colonialismo português em África nos séculos XIX e XX. Tem como objetivos desconstruir os mitos criados pela ideologia colonial, descolonizar os imaginários portugueses e contribuir, de forma pedagógica e acessível, para uma renovação do conhecimento sobre a questão colonial portuguesa.

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt) com informações da Comunicação do Museu Nacional de Etnologia
Imagem: Reprodução

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