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Seminário do CEsA analisa o risco geopolítico e a ajuda internacional na África Subsaariana


O CEsA/ISEG Research/ISEG/ULisboa realizou, no dia 13 de outubro, a lição inaugural dos Development Studies Seminars 2026/2027, dedicada à relação entre risco geopolítico e ajuda pública ao desenvolvimento na África Subsaariana. A sessão foi conduzida pelo Professor Manuel Ennes Ferreira.

Da esquerda para a direita: Professor Eduardo Moraes Sarmento, Presidente do CEsA, coordenador e docente do MDCI, Professor Manuel Ennes Ferreira; e Professor Alexandre Abreu, membro da Direção do CEsA e docente o ISEG.

A sessão reuniu estudantes de mestrado, docentes e investigadores do CEsA, antigos alunos e outros participantes externos, proporcionando um momento de partilha e reflexão sobre os desafios atuais da cooperação internacional.

Durante a palestra, foram analisadas as transformações recentes da ajuda pública ao desenvolvimento (APD), num contexto internacional marcado pela crescente fragmentação geopolítica, pela redefinição das prioridades dos países doadores e pela emergência de novos atores na cooperação internacional. A discussão centrou-se, em particular, nos desafios que estas mudanças colocam aos países da África Subsaariana, onde a ajuda internacional continua a desempenhar um papel importante no financiamento do desenvolvimento.

Professor Manuel Ennes Ferreira durante a apresentação da palestra «Risco Geopolítico e Ajuda Internacional: o caso da África Subsaariana», no âmbito dos Development Studies Seminars 2026/2027.

A sessão abordou também a evolução das relações entre os doadores tradicionais, como os países europeus e EUA e os atores internacionais emergentes. Neste contexto, foi discutida a forma como os interesses económicos e geopolíticos influenciam as prioridades da cooperação e a distribuição dos recursos destinados ao desenvolvimento.

Outro dos temas em destaque foi a vulnerabilidade económica dos países africanos e a importância das diferentes fontes de financiamento, incluindo a ajuda pública ao desenvolvimento.

O seminário proporcionou uma oportunidade para pensar sobre o futuro da cooperação internacional e sobre a forma como as mudanças na ordem geopolítica mundial poderão influenciar o financiamento e as prioridades do desenvolvimento na África Subsaariana.

O CEsA/ISEG Research agradece ao Professor Manuel Ennes Ferreira pela sua participação.

Professores e investigadores do CEsA com o Professor Manuel Ennes Ferreira, no âmbito dos Development Studies Seminars 2026/2027.

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/ISEG Research

Novas publicações de Alice Nicole Sindzingre e Susana Brissos sobre desenvolvimento e insegurança alimentar


As investigadoras do CEsA – Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento/ISEG Research, Alice Nicole Sindzingre e Susana Brissos escrevem artigos científicos sobre desenvolvimento económico, políticas das instituições financeiras internacionais e insegurança alimentar.

A investigadora Alice Nicole Sindzingre (CEsA/ISEG Research, Lisboa, Portugal; CEPN/Université Sorbonne Paris Nord, França; LAM, CNRS/Sciences Po Bordeaux, França) publicou dois artigos científicos na revista Forum for Social Economics.

O artigo Economic Development as a Concept: Fissiparity Rather than Teleology? Introduction questiona a conceção do desenvolvimento económico como um percurso linear orientado para um objetivo final. A autora  analisa a fragmentação do conceito de desenvolvimento e a forma como os seus significados são influenciados por diferentes disciplinas, acontecimentos geopolíticos e instituições.

Referência: Sindzingre, A. N. (2026). Economic Development as a Concept: Fissiparity Rather than Teleology? Introduction. Forum for Social Economics, 55(3), 271–293. https://doi.org/10.1080/07360932.2025.2595258

No segundo artigo, Change, Language and Power: The Example of International Financial Institutions’ Policies in Sub-Saharan Africa, a investigadora examina o papel da linguagem na manutenção das políticas económicas e dos quadros teóricos das instituições financeiras internacionais, nomeadamente o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. A partir das políticas aplicadas às economias da África Subsaariana desde a década de 1980, a autora questiona a extensão das mudanças anunciadas por estas instituições e analisa a persistência de estruturas económicas e de políticas ao longo do tempo.

Referência: Sindzingre, A. N. (2026). Change, Language and Power: The Example of International Financial Institutions’ Policies in Sub-Saharan Africa. Forum for Social Economics, 55(3), 388–411. https://doi.org/10.1080/07360932.2025.2584295

 

Susana Brissos (CEsA/ISEG Research/ISEG/ULisboa, Portugal) publicou, em coautoria com Vítor Ramos (ICS/ULisboa, Portugal), o artigo Food insecurity during a cost-of-living crisis: trends and housing-related vulnerability in Portugal (2019–2023), na revista científica Agriculture & Food Security.

O estudo analisa a evolução da insegurança alimentar em Portugal entre 2019 e 2023, num contexto de aumento do custo de vida e de dificuldades no acesso à habitação. Os resultados revelam um aumento da prevalência de insegurança alimentar e apontam para os jovens adultos, famílias monoparentais, pessoas que vivem sozinhas, migrantes extracomunitários e agregados familiares como os mais vulneráveis perante as dificuldades financeiras ou encargos habitacionais. elevados.

A investigação destaca a relação entre as condições económicas e habitacionais e a insegurança alimentar, sublinhando a importância de políticas integradas de apoio alimentar, habitacional e social.

Referência: Brissos, S., & Ramos, V. (2026). Food insecurity during a cost-of-living crisis: trends and housing-related vulnerability in Portugal (2019–2023). Agriculture & Food Security, 15, 44. https://doi.org/10.1186/s40066-026-00628-6

Estes artigos vêm juntar-se ao conjunto de publicações científicas dos nossos investigadores, que pode consultar na página de Artigos.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: Les Afrique dans le Monde (LAM) e LinkedIn 

Development Studies Seminars 2026-2027 | Productive Poverty and the Coffee Aid Complex


Os Development Studies Seminars são uma iniciativa que, desde 1991, promove a investigação conduzida nas áreas de estudo do Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional (MDCI) do ISEG e do Programa de Doutoramento em Development Studies (PDED) da Universidade de Lisboa.

Os Development Studies Seminars do CEsA/ISEG Research/ISEG/ULisboa e do Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional (MDCI) prosseguem no ano letivo 2026/2027 com uma nova sessão, que terá como orador o Professor Karl Wienhold, do Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa.

Development Studies Seminars 2026-2027

Tema: Productive Poverty and the Coffee Aid Complex
Orador: Karl Wienhold (ISA/Universidade de Lisboa)
Data: 27 de outubro de 2026 (terça-feira)
Hora: 18h00–20h00
Local: Anfiteatro Novo Banco, 4º piso do Edifício Quelhas, ISEG (entrada pela Rua do Quelhas, 6, 1200-731 Lisboa)

Evento presencial, com entrada livre. Seminário em inglês.

 

Karl Wienhold

Investigador na área dos Estudos do Desenvolvimento, com trabalho centrado na economia política da agricultura familiar, nos meios de subsistência rurais e nas desigualdades nas cadeias internacionais de mercadorias. A sua investigação de doutoramento, concluída em 2026, analisou as relações comerciais e as desigualdades na cadeia de valor do café, com especial atenção às condições dos pequenos produtores. É também coautor de trabalhos académicos sobre agroflorestação e produção de café, abordando as dimensões sociais, económicas e ambientais da agricultura.



Nota sobre o processamento de dados pessoais no contexto do presente evento:

Fotografias e/ou imagens audiovisuais, individuais ou coletivas, podem ser tiradas e/ou transmitidas ao vivo durante o evento. As fotografias e vídeos podem ser publicados no site do CEsA ou do ISEG, nos media e redes sociais, bem como nas plataformas online de organizações parceiras. As fotografias e os vídeos podem ser reproduzidos em vários meios, incluindo publicações do CEsA e do ISEG, redes sociais e imprensa, no âmbito de um evento específico, ou para outros fins institucionais, bem como para atividades promocionais.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: Daily Coffe News

Food insecurity during a cost‑of‑living crisis: trends and housing‑related vulnerability in Portugal (2019–2023)


Resumo

O estudo conclui que o aumento do custo de vida e as dificuldades de acesso à habitação estão associados a uma maior prevalência de insegurança alimentar em Portugal, evidenciando a necessidade de políticas integradas de apoio alimentar, habitacional e social. Esta conclusão resulta da análise de dados nacionais entre 2019 e 2023, que revelam um aumento da insegurança alimentar de 13,8% para 16,3%, bem como maior vulnerabilidade entre jovens adultos, famílias monoparentais, pessoas que vivem sozinhas, migrantes extracomunitários, agregados com dificuldades financeiras e inquilinos com encargos habitacionais elevados.

Citação

Brissos, S., Ramos, V. Food insecurity during a cost‑of‑living crisis: trends and housing‑related vulnerability in Portugal (2019–2023). Agric & Food Secur 15, 44 (2026). https://doi.org/10.1186/s40066-026-00628-6

Economic Development as a Concept: Fissiparity Rather than Teleology? Introduction


Resumo

A palavra «desenvolvimento» contém, por natureza, conotações teleológicas, remetendo para uma progressão de uma situação «não alcançada» para outra desejável («ser desenvolvido»). Argumenta-se que, paradoxalmente, este conceito, os seus significados (a sua epistemologia) e os seus usos (na realidade empírica) não seguem uma trajetória evolutiva em que os fenómenos convergem para uma dinâmica de «desenvolvimento», nem os seus sucessivos paradigmas demonstram uma dependência da trajetória que conduza a uma melhor adequação à realidade.
Pelo contrário, o conceito está sujeito à fragmentação e à diluição, à medida que é utilizado por diversas disciplinas e moldado mais por acontecimentos geopolíticos «externos» do que por reflexões sobre a sua validade epistemológica, bem como por instituições que não privilegiam o avanço do conhecimento. Além disso, o próprio objeto do «desenvolvimento» económico tem vindo a perder definição, com os grupos de países a variarem ao longo do tempo.
Assim, o conceito apresenta uma dinâmica de fragmentação mais acentuada do que as suas conotações teleológicas, não sendo orientado pela procura de uma melhor adequação dos seus significados à realidade.

Citação

Sindzingre, A. N. (2026). Economic Development as a Concept: Fissiparity Rather than Teleology? Introduction. Forum for Social Economics, 55(3), 271–293. https://doi.org/10.1080/07360932.2025.2595258

Change, Language and Power: The Example of International Financial Institutions’ Policies in Sub-Saharan Africa


Resumo

As instituições financeiras internacionais (IFIs, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial) e as suas políticas têm enfrentado várias crises globais desde finais do século XX, afirmando estas instituições ter implementado mudanças significativas em resposta. Neste contexto, após examinar a polissemia do conceito de mudança, argumenta-se que as transformações foram limitadas e que a linguagem desempenha um papel fundamental na manutenção da estabilidade das políticas, das teorias e das instituições internacionais que as veiculam.
Esta ideia é ilustrada através da análise empírica das políticas exigidas pelas IFIs às economias da África Subsaariana desde que estas instituições assumiram um papel central na orientação das políticas económicas, na década de 1980. Os resultados económicos dos países africanos continuam a ser fracos, verificando-se mesmo um agravamento da divergência em relação a outras regiões, sem que as causas estruturais subjacentes se tenham alterado, nomeadamente a dependência de estruturas de exportação assentes em matérias-primas. Apesar das «pequenas mudanças» anunciadas pelas teorias e políticas, a avaliação dos seus efeitos demonstra a persistência das estruturas fundamentais.

Citação

Sindzingre, A. N. (2026). Change, Language and Power: The Example of International Financial Institutions’ Policies in Sub-Saharan Africa. Forum for Social Economics, 55(3), 388–411. https://doi.org/10.1080/07360932.2025.2584295

Apresentação do livro de António Mendonça | Economia Global, Europa e Portugal: Crise e Reconfiguração do Sistema Internacional


O economista, professor e investigador António Mendonça (CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa) apresenta o seu novo livro, Economia Global, Europa e Portugal: Crise e Reconfiguração do Sistema Internacional, no dia 20 de outubro, às 18h00, no Auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

A sessão de lançamento, organizada pelas Edições Sílabo, pela Ordem dos Economistas, pela Ordem dos Engenheiros e pelo autor, incluirá um debate subordinado ao tema «A crise geoeconómica e geopolítica internacional», com a participação de António Mendonça, António Rebelo de Sousa, Nuno Ribeiro da Silva e Mário Godinho de Matos.

Data: 20 de outubro de 2026, às 18h00
Local: Auditório da Ordem dos Engenheiros, Av. António Augusto de Aguiar, n.º 3-D, Lisboa.

Saiba mais sobre o livro aqui.

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: Imagem de divulgação do evento.

Livro recomendado | Economia Global, Europa e Portugal: Crise e Reconfiguração do Sistema Internacional


António Mendonça, Professor do ISEG e investigador do CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa, publica o livro Economia Global, Europa e Portugal: Crise e Reconfiguração do Sistema Internacional.

No livro, o autor reúne ensaios e outros escritos dedicados às transformações económicas, tecnológicas e geopolíticas que estão a reconfigurar a economia global e o sistema internacional. A partir da crise económica e financeira de 2008-2009, da pandemia de Covid-19 e das recentes tensões geoestratégicas, António Mendonça analisa mudanças estruturais que ultrapassam a dimensão conjuntural destes acontecimentos.

Cruzando história económica, teoria e análise da realidade contemporânea, a obra aborda as dinâmicas da globalização, a evolução das diferentes ordens económicas internacionais e a emergência de novas configurações de poder.

A reflexão dedica particular atenção à Europa e a Portugal, considerando os desafios colocados pela atual reconfiguração do sistema internacional e a necessidade de repensar o posicionamento europeu e português num contexto de profundas transformações.

António Mendonça teve também um papel na criação e desenvolvimento do CEsA, tendo participado na sua fundação e assumido, em diferentes períodos, a presidência do Centro.

Título: Economia Global, Europa e Portugal: Crise e Reconfiguração do Sistema Internacional
Autor: António Mendonça
Editora: Edições Sílabo
Ano: 2026

Para mais informações, clique: aqui

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)

Imagem: Capa do livro, Edições Sílabo

CEsA participa na Noite Europeia dos Investigadores 2026 com sessão sobre literatura africana e ecologia


O CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa participou na Noite Europeia dos Investigadores 2026 (NEI 2026) através do projeto ECO-Africa, com a atividade “Quando o ambiente fala: literaturas africanas de língua portuguesa e ecologia”.

A sessão, conduzida pela investigadora Jessica Falconi, partiu do trabalho desenvolvido no âmbito do ECO-Africa, projeto dedicado ao estudo das relações entre literatura, ambiente e ecologia nas literaturas africanas de língua portuguesa. No CEsA, o projeto conta ainda com a participação das investigadoras Ana Mafalda Leite e Isabel Castro Henriques.

A Noite Europeia dos Investigadores aproxima a investigação científica do público através de atividades de divulgação, participação e interação com investigadores de diferentes áreas. Neste contexto, a sessão propôs uma abordagem acessível às relações entre literatura e questões ambientais contemporâneas.

A atividade foi organizada em torno da leitura expressiva de excertos de escritores africanos de língua portuguesa, seguida de momentos de interação e debate com o público. Foram abordados temas como alterações climáticas, sustentabilidade, inclusão, justiça ambiental e património cultural africano, articulando literatura, ecologia, história, economia e política.

A iniciativa procurou mostrar como as literaturas africanas de língua portuguesa podem contribuir para pensar as relações entre sociedade, cultura e ambiente, trazendo para o debate perspetivas e experiências inscritas nos diferentes contextos africanos.

A atividade contou ainda com a parceria do Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa.

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)

Documentário do projeto Democracy in Action selecionado para o Kafuka Festival


O documentário “Si Ka Badu Ka Ta Biradu”, de Josiana Cardoso, foi selecionado para integrar a programação do Kafuka Festival, em Cabo Verde. A exibição terá lugar no dia 15 de outubro de 2026.

O documentário reúne testemunhos de estudantes cabo-verdianos em Portugal, explorando as suas experiências de mobilidade, adaptação, pertença e crescimento longe do país de origem. Falado em crioulo cabo-verdiano, o filme afirma a memória cultural cabo-verdiana e dá visibilidade às vozes de jovens que constroem as suas trajetórias entre Cabo Verde e Portugal.

O título “Si Ka Badu Ka Ta Biradu”, expressão em crioulo cabo-verdiano que significa “Se não fores, não voltas”, remete para as experiências de mobilidade e para os vínculos que se mantêm entre quem parte e o país de origem.

O documentário foi produzido em colaboração com a Rada Studio, na sequência de uma formação em visual storytelling organizada no âmbito do projeto #Democracy in Action (DiA).

O #Democracy in Action: Grassroots Culture, Arts and Cultural Spaces for Political Participation and Expression Online and Offline in a Resilient Europe é um projeto europeu dedicado ao estudo das relações entre cultura, artes e participação cívica e democrática. O CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa participa no projeto através das investigadoras Kamila Krakowska Rodrigues (Universidade de Leiden e CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa), coordenadora do projeto e Iolanda Évora(CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa)e Jessica Falconi (CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa), responsáveis pela coordenação do eixo dedicado à Raça, Etnicidade e Participação Cívica.

A seleção para o Kafuka Festival, em Cabo Verde, permitirá apresentar o documentário ao público cabo-verdiano, num contexto particularmente significativo para um filme que aborda experiências de mobilidade, pertença e construção de trajetórias entre Cabo Verde e Portugal.

 

Saiba mais sobre o Democracy in Action

Para conhecer o projeto e a participação do CEsA / ISEG Research / ISEG / Universidade de Lisboa, consulte a notícia sobre o Democracy in Action no site do CEsA.

CONHEÇA O PROJETO DEMOCRACY IN ACTION

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: Reprodução


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