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Próxima sessão do CEsA Thinks 2022/2023 abordará o custo do vício de drogas por jovens na Nigéria


O Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e o ISEG – Lisbon School of Economics and Management, da Universidade de Lisboa (ULisboa), convidam para a próxima sessão do Ciclo de Seminários CEsA Thinks 2022/2023: “The Cost of Juvenile Substance Abuse and Addiction on Households and Communities in Nigeria: Can guidance and counselling be a panacea?”. O estudo será apresentado por Bahago Samaila (Veritas University) e o debate será liderado por Vincent Agulonye (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa).

A sessão é aberta ao público e decorrerá no dia 7 de dezembro de 2022, pelas 18h (horário de Lisboa), no ISEG (Sala 104, Francesinhas 2), em Lisboa, e será transmitida por Zoom (aceda aqui: https://us06web.zoom.us/j/87919779125?pwd=cmtENi9lVWxRNjBCdHhXaDdCZ0lHUT09).

Sobre o orador
Bahago Samaila é Professor no Departamento de Fundamentos Educacionais na Veritas University. É doutor e mestre em Orientação e Aconselhamento pela Universidade de Abuja. É pós-graduado em Educação pela Ahmadu Bello University Zaria Kaduna State e bacharel em Teologia pela University of Jos.

 

Sobre o debatedor

Vincent Angulonye é investigador do CEsA (CSG/ISEG/ULisboa). É doutor em Estudos de Desenvolvimento pelo ISEG, Universidade de Lisboa.

 

 

Sobre o CEsA Thinks 2022/2023

O CEsA Thinks visa promover discussões entre pares sobre a atual pesquisa conduzida por investigadores no âmbito do Desenvolvimento, com o objetivo de gerar contribuições e críticas aos trabalhos apresentados. Organizadas pelos investigadores do CEsA Vincent Agulonye e Daniel Adayi, as apresentações do CEsA Thinks 2022/2023 são sempre em inglês.

Próxima sessão do CEsA Thinks: “The Cost of Juvenile Substance Abuse and Addiction on Households and Communities in Nigeria: Can guidance and counselling be a panacea?”
7 de dezembro, 2022
18h – 19h30 (horário de Lisboa)
Presencial na Sala 104 (Francesinhas 2, ISEG, Lisboa), com transmissão online via Zoom (https://us06web.zoom.us/j/87919779125?pwd=cmtENi9lVWxRNjBCdHhXaDdCZ0lHUT09).

Veja a programação completa no cartaz.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: CEsA/Reprodução

As Perspetivas de Cooperação Económica entre Portugal e a China


Neste artigo, Fernanda Ilhéu (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) analisa as relações económicas LusoChinesas até ao “Second Belt and Road Forum for International Cooperation”, que se realizou em Pequim de 25 a 27 de abril 2019, comentando sobre as mais-valias para cada país e ambições expectáveis a partir desse mesmo fórum.

AFRO-PORT lança curta-metragem sobre a afrodescendência em Portugal


curta-metragem “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” está disponível gratuitamente no canal do CEsA (CSG/ISEG/ULIsboa) no YouTube

Como parte das atividades do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT – “Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa (CEsA/ISEG/ULisboa, FCT/PTDC/SOC-ANT/30651/2017)”, foi lançado, no dia 21 de setembro de 2022, a curta-metragem “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” (Nêga Filmes).

Trata-se de um produto audiovisual desenvolvido no âmbito do Projeto do AFRO-PORT, em parceria com a produtora e realizadora Nêga Filmes. O filme aborda, ao longo de 11 entrevistas com personagens diversos, entre eles, mulheres, homens, jovens e idosos, um retrato do que se pensa em Portugal a respeito do conceito de afrodescendência.

Assista abaixo

Projeto AFRO-PORT chega ao fim e deixa legado pioneiro na investigação sobre a afrodescendência em Portugal


O AFRO-PORT, projeto de investigação do CEsA com recursos da FCT, investigou a afrodescendência em Portugal, de 2018 a 2022. O ciclo de encerramento teve lugar no mês de setembro e contou com a apresentação dos resultados do estudo sobre o perfil das organizações de afrodescendentes na Área Metropolitana de Lisboa, além do lançamento de uma edição especial da Revista Portuguese Literary and Cultural Studies e do documentário “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural”

Mesa de abertura da primeira sessão do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT: Sónia Frias (em pé), membro da Direção do CEsA, Inocência Mata (à mesa, à esquerda), co-coordenadora do AFRO-PORT, Iolanda Évora (à mesa, centro), coordenadora do AFRO-PORT, e Aurora Almada e Santos (à mesa, à direita), investigadora do Instituto de História Contemporânea (Universidade Nova de Lisboa)

O ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT – “Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa (CEsA/ISEG/ULisboa, FCT/PTDC/SOC-ANT/30651/2017)” teve lugar nos dias 16 e 21 de setembro de 2022, na Câmara Municipal de Lisboa e no Centro Cultural de Carnide, respetivamente. O AFRO-PORT foi um projeto de investigação do CEsA sob coordenação da professora Iolanda Évora (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e com a co-coordenação da professora Inocência Mata (LAC/ULisboa e CEComp/FLUL/ULIsboa), com recursos da FCT, que se destacou como pioneiro na investigação da afrodescendência em Portugal, de 2018 a 2022.

O AFRO-PORT centrou-se na investigação da afrodescendência em Portugal com o objetivo principal de identificar os processos de afirmação para a conquista de direitos. Outros objetivos foram: caracterizar os afrodescendentes da Área Metropolitana de Lisboa no cenário social português, interrogar sobre a emergência dos afrodescendentes como um novo coletivo e o seu estatuto e lugar na sociedade, compreender os mecanismos que excluem os afrodescendentes e, em simultâneo, identificar os processos de conquista de direitos.

Sobre a utilização cada vez mais frequente do termo “afrodescendente” e do conceito de “afrodescendência”, a investigadora do Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e coordenadora do AFRO-PORT, Iolanda Évora, destacou a relevância de se poder acompanhar processos de ancoragem de um conceito ou categoria num determinado contexto social, “pois nem todas as pessoas e grupos designados identificam-se como tal”. “Estamos diante de um fenómeno fluido em processo de enraizamento, o que significa que as perceções estão a ser constituídas enquanto resultado e expressão da sociedade portuguesa na sua diversidade”, explica Évora.

E foi a investigação de um tema em construção e em transformação social em Portugal que deu ao AFRO-PORT o seu carácter inovador e pioneiro. “Não nos apercebíamos, antes de começar esse projeto, que há jovens que nasceram cá e que não dizem que são afrodescendentes; dizem que são africanos de segunda, terceira, quarta geração. Mas, penso: não nasceram cá?! São essas vozes também que queríamos ouvir”, refere Inocência Mata, investigadora do Centro de Estudos Comparativistas (CEComp/FLUL/ULisboa) e co-coordenadora do AFRO-PORT.

Para as coordenadoras do AFRO-PORT, o uso da expressão “afrodescendente” tem vários significados. A partir da pesquisa, aperceberam-se que várias pessoas interrogam-se se não se trata de uma forma atualizada de continuar a não se aceitar o negro como tal na Europa. “Seria o afrodescendente essa nova designação porque não se admite que o negro como tal possa ser um cidadão de direitos no Velho Continente e continue a ser chamado de africano?”, questiona Évora, com base nos depoimentos recolhidos na pesquisa.

Edição especial da Revista PLCS sobre afrodescendência e racismo

Clique na imagem para aceder à revista

A primeira sessão do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT teve lugar no dia 16 de setembro de 2022, na Câmara Municipal de Lisboa. O evento consistiu no lançamento da edição especial sobre afrodescendência e racismo da Revista Portuguese Literary and Cultural Studies: dossier “The Open Veins of the Postcolonial: Afrodescendants and Racisms” (clique aqui para aceder). O número temático abarca 17 artigos sobre assuntos diversos, como a presença africana em Portugal desde o século XVI, a autonomia negra em Portugal, a ideia de raça e significados da branquitude, a reformulação do discurso racista e colonialista, etc.

A investigação conduzida no âmbito da revista foi apresentada por Aurora Almada e Santos (Instituto de História Contemporânea/Universidade Nova de Lisboa) e por Inocência Mata. “Essa é a primeira publicação do projeto AFRO-PORT. Nós estivemos dois anos a trabalhar sobre essa revista porque nós queríamos que essa publicação trouxesse uma reflexão mais profunda e menos imediata sobre as temáticas que estávamos a discutir. Queríamos, principalmente, retirar essa ideia que a questão do racismo se aplica apenas aos imigrantes na sociedade portuguesa”, diz Mata.

O evento contou também com a presença e o apoio dos vereadores Beatriz Gomes Dias e Rui Tavares. “É muito importante que a questão afroportuguesa e afrodescendente tenha chegado nas páginas de uma revista tão importante como essa”, elogiou Rui Tavares. “Traz uma perspetiva que desoculta uma vasta gama de discriminações. É muito importante esse olhar porque rompe com os mitos, as definições, o conjunto de hierarquias e contribui para esse combate ao racismo e à discriminação”, completou Beatriz Gomes.

Estudo sobre as associações afrodescendentes em Lisboa e lançamento de curta-metragem

A segunda sessão do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT teve lugar no dia 21 de setembro de 2022, no Centro Cultural de Carnide, em Lisboa, consistiu na apresentação dos resultados principais do estudo “Associações Afrodescendentes na Área Metropolitana de Lisboa: Questões em debate” e no lançamento da curta-metragem “3×4. Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” (Nêga Filmes), um produto audiovisual desenvolvido no âmbito do Projeto do AFRO-PORT.

Milan Dezan, bolseira do Projeto AFRO-PORT, apresenta os resultados do estudo sobre o perfil das organizações de afrodescendentes na Área Metropolitana de Lisboa, na segunda sessão do ciclo de encerramento do AFRO-PORT, no dia 21 de setembro de 2022, no Centro Cultural de Carnide

Nesta sessão, a questão das razões do uso do termo foi novamente trazida. Para a co-coordenadora do AFRO-PORT, Inocência Mata, falar de afrodescendência causa uma mistura de sensações e questionamentos, pois ao mesmo tempo em que remete com orgulho a uma ascendência africana, também é uma forma de se evitar a palavra negro. “Hoje, reivindicar ser português afrodescendente é reivindicar uma pertença e ao mesmo tempo uma ancestralidade. Serve também para que as políticas públicas tenham em conta essa discriminação da diferença, e nós precisamos de números para dizer ao Poder que existe racismo estrutural e institucional em Portugal”, conclui Mata.

Em relação ao estudo sobre o perfil das associações, os resultados foram apresentados pela bolseira Mila Dezan (MDCI/ISEG/ULIsboa). Entre eles, destacam-se a representatividade dos afrodescendentes em Portugal, que compreendem um quarto da população portuguesa; e a existência de aproximadamente 140 associações a atuar na Área Metropolitana de Lisboa, mapeadas por tratarem sobre questões ligadas à afrodescendência, mas com apenas 22 delas a identificarem-se propriamente como afrodescendentes.

“Identificamos uma resistência das organizações em se apresentarem como afrodescendentes. Algumas se apresentam como tal, mas são cautelosas na hora de usar o termo de forma oficial”, indicou Dezan. “Isso nos leva a pensar se a denominação tem sido imposta ou se estamos assistindo ao início de uma nova caracterização social que justifica essa resistência. Quais são as vantagens e as desvantagens de se apresentarem como organizações afrodescendentes?”, pontuou.

Nos seus comentários ao estudo, Évora considerou que várias interrogações foram trazidas. “O que essa denominação está a substituir, qual é a conveniência e o benefício que ela traz? Algumas associações usam o termo, por exemplo, quando estão a dialogar com o poder publico. A minha expectativa enquanto cientista social é que essas comunidades apropriem-se e tenham muita clareza sobre o que está sendo dito com esse termo”, destaca Évora.

O encontro foi marcado pelo lançamento da curta-metragem “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” (Nêga Filmes), um produto audiovisual desenvolvido no âmbito do Projeto do AFRO-PORT (assista logo abaixo). O filme aborda, ao longo de 11 entrevistas com personagens diversos, entre eles, mulheres, homens, jovens e idosos, um retrato do que se pensa em Portugal a respeito do conceito de afrodescendência.


As atividades, os eventos e notícias sobre o AFRO-PORT seguem disponíveis para consulta no site oficial do projeto (https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/afroport/).

Para mais informações sobre os projetos do CEsA, aceda ao site oficial https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)

Imagens: CEsA/Reprodução

4º Seminário Internacional sobre Ciências Sociais e Desenvolvimento em África terá lugar nos dias 28 e 29 de novembro no ISEG


O Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) tem o prazer de anunciar a realização do In Progress – 4º Seminário Internacional sobre Ciências Sociais e Desenvolvimento em África, que terá lugar nos dias 28 e 29 de novembro de 2022 (14h30-19h no dia 28/11 e 9h30-19h no dia 29/11), no ISEG - Lisbon School of Economics and Management (Rua do Quelhas 6, 4º piso, Anfiteatro 4), em Lisboa, Portugal.

O evento é presencial e a entrada é livre mediante pré-inscrição (clique aqui: https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-4o-seminario-internacional-ciencias-sociais-e-desenvolvimento-em-africa-465759799097).

Sobre o In Progress 4

O Seminário é dirigido a estudantes de mestrado e doutoramento e propõe um espaço de reflexão dos estudos sociais sobre a África contemporânea e o seu desenvolvimento. Outro objetivo prende-se com o de identificar quais as áreas temáticas, que ao presente, mais interesse vêm suscitando aos investigadores, a fim de se poder reter a real dimensão do saber, nos vários domínios e matérias.

Comissão Científica: Iolanda Évora (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa), João Estêvão (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa), Sónia Frias (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e Alexandre Abreu (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa).

Comissão Organizadora: Iolanda Évora (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa), Sónia Frias (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e Sílvia Amaral (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa).

Conheça o programa (clique na imagem para fazer download do ficheiro .pdf)

Clique nos nossos modelos de cartazes para fazer download

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: CEsA/Reprodução

De escravos a indígenas: O longo processo de instrumentalização dos africanos (séculos XV-XX)


Este livro, que reúne um conjunto de textos escritos ao longo de quarenta anos e dispersos em publicações de natureza diversa, nem sempre de acesso fácil, tem como objectivo contribuir para uma renovação da historiografia relativa às relações entre Portugal e África, no domínio concreto das formas de instrumentalização dos Africanos levadas a cabo pelos Portugueses durante quase cinco séculos. Um longo processo, cuja natureza interna se revelou capaz de metamorfose e reconversão nos séculos XIX e XX, assegurando a continuidade do ‘uso’ violento das populações africanas, recorrendo a um aparelho classificatório novo – selvagens, indígenas, assimilados – destinado a manter os Africanos na esfera da dominação portuguesa, contribuindo para legitimar a sua escravização e fixar interpretações deformadoras da História.
Se uma primeira vertente visa proceder a uma revisão da história da escravatura e do tráfico negreiro e das suas ideologias nos espaços de ‘ocupação’ portuguesa, como Angola, uma segunda linha de estudo privilegia o documento iconográfico como fonte histórica, sublinhando a sua dimensão histórica e informativa. Finalmente, a terceira linha deste estudo procura pôr em evidência a evolução do processo de instrumentalização portuguesa dos Africanos, que recorre a categorias classificatórias inéditas – selvagem, indígena, assimilado – e a práticas que emergem do trabalho escravo do passado para assegurar a exploração colonial das populações africanas.
Juízos de valor, mercantilização, coisificação, exploração, ridicularização dos homens africanos fabricaram imaginários portugueses que reduziram o preto/africano a escravo, o selvagem/indígena a preguiçoso, ladrão e bêbado, o assimilado/’civilizado’ a cópia ridícula e negativa do branco/português, consagrando a inferiorização dos Africanos, e no mesmo movimento, glorificando a ‘raça’ portuguesa, hierarquizando as humanidades e valorizando a dimensão e a natureza das acções portuguesas primeiro esclavagistas, depois colonialistas, que deixaram marcas até hoje na sociedade portuguesa.

Qualidade da Justiça na Guiné-Bissau. Avaliação e recomendações.


Este capítulo foi elaborado a partir das ideias e dos textos preparatórios de um relatório para o PNUD em 2015 sobre a qualidade da justiça na Guiné Bissau. Nesta atualização procurou-se, com algum trabalho de campo junto de magistrados e funcionários judiciais, perceber se a instabilidade que o país viveu entre 2015 e 2019 permitiu ou não que houvesse algumas melhorias na qualidade da justiça guineense. Incluíram-se também dados recolhidos por projetos posteriores a 2015 sobre a relação da população com a justiça em geral. Manteve-se simultaneamente a opção de não tratar a justiça tradicional centrando-se apenas no sistema de justiça estatal.

Acesso a Justiça, Direitos e Prisões na Guiné – Bissau. Dados e Perceções 2010-2018


Este texto tem por objetivo procurar contribuir para a compreensão da evolução nestes últimos 18 anos do século XXI, do acesso à justiça por parte da população na Guiné-Bissau, partindo de documentos já existentes, de dados recolhidos pelo Observatório dos Direitos, pelos Centros de Apoio a Justiça (CAJ) e de inquéritos, projetos e estudos que recolhem dados sobre essa temática mesmo não sendo o seu foco principal.

Violência e Morte na poesia de José Craveirinha


Neste segundo artigo da revista “Do Colonialismo ao Patriarcado”, Ana Mafalda Leite (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) estuda a representação de elementos relacionados com a violência e a morte na poesia de José Craveirinha.

Resenha De Janela Para O Índico. Poesia Incompleta (1984-2019), De Ana Mafalda Leite


Janela para o Índico. Poesia Incompleta (1984-2019) é a mais recente antologia poética de Ana Mafalda Leite, publicada em Portugal pela editora cabo-verdiana/portuguesa Rosa de Porcelana. Não podemos deixar de assinalar que o livro surgiu no panorama editorial em 2020, isto é, no ano dramaticamente marcado pela pandemia global do novo coronavírus, pelo que, a janela mencionada no título adquiriu um sentido ainda mais sugestivo de liberdade e abertura.


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