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CESA

Projeto AFRO-PORT/CEsA promove conversa virtual sobre negritude e afrodescendência


Entre a Negritude e a Afrodescendência

 

O Projeto AFRO-PORT (CEsA/ISEG/ULisboa), coordenado pela investigadora do CEsA e professora do ISEG Iolanda Évora, promoverá uma conversa virtual sobre a negritude e a afrodescendência no dia 19 de novembro, às 18h. O evento “Entre a Negritude e a Afrodescendência, percursos de uma consciência crítica” será transmitido pelo Zoom e o link da transmissão será enviado aos inscritos.

Os convidados são o investigador colaborador no CRIA – NOVA (FCSH, Universidade NOVA de Lisboa) Max Rúben, o doutorando em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Frantz Déus, o doutorando em Antropologia pela Universidade de Lisboa e na Rede de Apoio Mútuo – LX Vicente Mertz e o membro fundador do coletivo Consciência Negra António Tonga.

A moderação será realizada pelo AFRO-PORT/CEsA.

Mais informações no site do AFRO-PORT.

Disclaimer: Estes eventos podem ser sujeitos a transmissão directa (Youtube ou Facebook). A participação inclui o registo de imagens e sons, apenas com o propósito da disseminação e partilha de conhecimento. Se não pretender ser gravado, mantenha a sua imagem e som em off durante o evento online. Para mais informação sobre este assunto, consulte a nossa Política de Privacidade (PT). Em caso de dúvida, não hesite em responder para o e-mail: comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: CEsA

História de São Tomé e Príncipe

Investigador Armindo de Ceita do Espírito Santo/CEsA lança livro sobre a história de São Tomé e Príncipe


 

O investigador do Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA) Armindo de Ceita do Espírito Santo e a União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) lançarão no dia 29 de novembro, às 18h, o livro História de São Tomé e Príncipe: da descoberta a meados do século XIX. A obra, além de importante, nalguns domínios é pioneira sobre a história do país insular africano. O evento de lançamento será realizado no Auditório da UCCLA, na Avenida da Índia, nº 110, Lisboa.

Mais informações no site da UCCLA.

 

Resumo do livro:

Neste livro, o autor explica como os navegadores portugueses chegaram às ilhas de São Tomé e Príncipe no terceiro quarto do século XV e transformaram-nas num contexto social para o seu desenvolvimento, mas em que as relações humanas e institucionais eram complexas e mesmo insuportáveis para os mais desfavorecidos, particularmente na ilha de São Tomé e Príncipe. Conflitos de todo o tipo agravaram-se, particularmente após a transição de uma sociedade residencial para uma sociedade de plantação, com a intensificação do comércio de escravos e a produção e exportação de açúcar. A longa distância das ilhas ao poder central, situado em Lisboa, constituiu um ingrediente que favoreceu o fomento de conflitos em que o desrespeito pelas regras estabelecidas foi permanente e mantido durante o período de dominação da elite nativa desde o século XVII, marcado em torno das principais famílias que disputavam o acesso ao poder e ao controlo da riqueza. O autor mostra que, apesar da sua dureza, o modelo colonial de escravos teve uma dinâmica de mobilidade social que permitiu que algumas pessoas escravizadas se tornassem livres e que outras se tornassem poderosas em termos económicos e políticos, mesmo durante o século XVI, tornando-se dominantes até meados do século XIX.

 

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt) com informações da UCCLA
Imagem: Reprodução/UCCLA

Fronteiras XXI

Professor Luís Mah/CEsA participa do programa da RTP3 Fronteiras XXI «A China já governa o mundo?»


O investigador do Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA) e professor de Desenvolvimento Global no ISEG, Luís Mah, participará no dia 17 de novembro do programa Fronteiras XXI «A China já governa o mundo?», em directo do Museu da Electricidade, em Lisboa. O programa debaterá a influência da China no mundo e será exibido no canal RTP 3, a partir das 22h00. Estarão também presentes a professora de Estudos Asiáticos, Raquel Vaz-Pinto, o professor de Geopolítica, Heitor Barras Romana, e o antigo jornalista e correspondente da agência Lusa na China, António Caeiro.

Mais informações no site do Fronteiras XXI

 

SOBRE O TEMA
Em 1978, nenhum país do Ocidente previa que a China seria a segunda maior economia do mundo no ano de 2021. Hoje, mais de 20% da classe média mundial reside na China, de acordo com o The Brookings Institution. E segundo o Banco Mundial, o país retirou 800 milhões de pessoas da pobreza. Com um crescimento médio do PIB na ordem dos 10% ao ano, como se explica o desenvolvimento meteórico deste país em menos de meio século? Qual foi a estratégia? Em que domínios está a apostar?

Somam-se a participação de grupos chineses em empresas portuguesas de sectores estratégicos como o da energia. E dados do SEF revelam que, desde Outubro de 2012, a China já investiu quase 3 mil milhões de euros em Portugal – sobretudo em aquisição de imóveis. Quais são as ambições geopolíticas desta superpotência? Poderão as suas crescentes necessidades por recursos naturais ser uma ameaça à paz mundial?

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: Reprodução

Reportagem

CEsA apoia reportagem do Público sobre São Tomé e Príncipe


O Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento apoiou a realização da reportagem “Partido ou partida, as duas palavras que moldam a ambição dos são-tomenses” do jornal Público.

Aqueles que não apontam ao aeroporto sabem que a vida precisa de um cartão de militante para ficar mais fácil. Como diz a poeta Conceição Lima, “a micronação multicultural” que é São Tomé e Príncipe sofre da “incapacidade de forjar uma visão” que possa construir uma identidade. O que leva o chef João Carlos Silva a lançar a pergunta: “Cinquenta anos depois, somos capazes de continuar a ser um país independente?”.

A reportagem aborda o estado atual de S. Tomé e Príncipe quanto ao acesso à educação, a influência partidária no acesso aos serviços, os constrangimentos ao exercício da cidadania, as perspectivas de futuro S. Tomense e as memórias de uma era já passada mas não esquecida da ocupação colonialista portuguesa e dos vícios que a sociedade de S. Tomé acabaram por contrair devido a uma cultura alienígena.

Reportagem realizada com o apoio da Bolsa de Criação Jornalística sobre Desenvolvimento, promovida pela ACEP e pelo CEsA/ISEG, com o apoio do Camões — Instituto da Cooperação e da Língua.

Link para a reportagem AQUI

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)

Professor Carlos Nuno Castel-Branco foi o keynote speaker da Conferência do IESE Moçambique


Professor Carlos Nuno Castel-Branco foi keynote speaker convidado da Conferência do IESE

 

O Professor Carlos Nuno Castel-Branco foi keynote speaker convidado da Conferência do IESE “Indústria Extractiva em Moçambique: Desafios, Sucessos e Perspectivas”, que teve lugar online nos dias 3 e 4 de agosto de 2021, junto com um vasto conjunto de participantes de Moçambique, África do Sul, Brasil, Portugal, Dinamarca, Holanda e Canadá, que se reuniram com o objectivo comum de debater o sector da indústria extractiva com particular foco no caso moçambicano (programa integral).

A Conferência foi organizada pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE), em parceria com o Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC).

Para os que têm interesse, mas não conseguiram assistir, deixamos aqui os links das intervenções:

Clique aqui para aceder à abertura do evento e ao discurso do keynote speaker da conferência do IESE. Para um melhor acompanhamento do discurso, disponibilizamos também o link para o texto do keynote speech.

Economia extractiva e desafios de desenvolvimento em Moçambique – Um olhar sobre a Economia Política (painel 6)

Entrevista na STV – enfoque em economia extractiva e os paradoxos do sistema de acumulação – clique aqui.

 

Carlos Nuno Castel-Branco é um economista moçambicano nascido em Maputo, 1960. PhD (Doutor) em Economia (School of Oriental and African Studies, SOAS, Universidade de Londres), MSc (Mestre em Ciências) em Desenvolvimento Económico (Universidade de Oxford), MA (Mestre em Artes) em Desenvolvimento Industrial (Universidade de East Anglia), P-GD (Diploma de Pós-Graduação) em Desenvolvimento Económico (Universidade de East Anglia), Diploma de Graduação Superior em Estudos de Desenvolvimento (Universidade Eduardo Mondlane) Professor Associado Convidado no ISEG/ULisboa e na Universidade Nova de Lisboa, leccionando macroeconomia II (crescimento económico), globalização & desenvolvimento, teorias de desenvolvimento, política e políticas de desenvolvimento, desenvolvimento económico e economia política. É investigador integrado do CEsA/CSG/ISEG/ULisboa e membro da Academia de Ciência de Moçambique, da Associação Moçambicana de Economistas, da Associação Portuguesa de Economia Política, e dos conselhos editoriais do Journal of Southern African Studies e da Review of African Political Economy. O seu foco de pesquisa actual é: paradoxos e limites de processos de acumulação de capital em África, em contextos pós-coloniais de desenvolvimento desigual do capitalismo na era da financeirização. Desse projeto de pesquisa mais amplo surgiram duas linhas de pesquisa em andamento, uma sobre financeirização e desindustrialização prematura no contexto africano e outra sobre finanças privadas internacionais e as dinâmicas da acumulação de capital em Moçambique.

Impact of emergency cash assistance on gender relations in the tribal areas of Pakistan cover

Impact of emergency cash assistance on gender relations in the tribal areas of Pakistan


O mais recente artigo de Asif Igbal Dawar com Marcos Ferreira, Impact of emergency cash assistance on gender relations in the tribal areas of Pakistan (2021), é um dos seis artigos que publicou ao longo da sua investigação de doutoramento.

 

Resumo:

Impact of emergency cash assistance on gender relations in the tribal areas of Pakistan procura contribuir para a discussão sobre as consequências das mudanças sociais provocadas pelos programas de ajuda em contextos humanitários. Examina até que ponto o programa de Transferência Incondicional de Dinheiro (UCT) (2014-2016) no distrito tribal paquistanês de North Waziristan (NW) influenciou as normas patriarcais de género na região, na transformação das percepções sobre o que homens e mulheres podem fazer e na mudança das relações de género. Através de entrevistas realizadas no terreno entre 2017 e 2019, examinamos o impacto positivo, embora limitado, na sociedade e concluímos que o nosso estudo permitiu uma melhor compreensão das micro práticas e processos que desafiam a estrutura patriarcal da sociedade e as normas que a sustentam. Ilustramos como tais processos começaram a influenciar as normas patriarcais, melhorando o estatuto da mulher tanto em casa como na comunidade, levando eventualmente a uma mudança nas percepções e construções tradicionais das relações de género. Embora estas mudanças pareçam significativas, a igualdade de género continuará a enfrentar duros desafios na região e a sua consolidação depende dos esforços colectivos dos intervenientes no desenvolvimento para apoiar programas de ajuda incondicionais e sensíveis ao género que transcendam as preocupações humanitárias e pós-humanitárias imediatas.

 

Novas FAQ sobre as Bolsas diretamente financiadas pela FCT


Bolsas diretamente financiadas pela FCT

 

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), atendendo à necessidade de esclarecer os candidatos às bolsas financiadas diretamente pela FCT relativamente ao seu estatuto e à forma de exercerem eficazmente os seus direitos, reuniu um novo conjunto de FAQ (Frequently Asked Questions) para dar resposta às questões mais frequentemente colocadas pelos bolseiros de investigação diretamente financiados.

As perguntas e respostas foram sistematizadas por temas: regime de dedicação exclusiva, alteração às condições de bolsa, parentalidade e questões gerais.

Este conjunto de novas FAQ reúne as respostas às dúvidas mais comuns dos bolseiros identificadas pelos serviços da FCT nos contactos recebidos. O objetivo das FAQ é auxiliar os bolseiros a obterem de um modo mais rápido e direto a resposta às suas dúvidas. Os bolseiros deverão assim verificar sempre primeiro se a sua questão ou dúvida já se encontra respondida nestas FAQ e seguir as instruções dadas, especialmente no que concerne aos elementos que devem reunir e incluir nos pedidos ou questões colocadas por email, com vista a essa solicitação seja exposta com clareza e devidamente instruída e contribuindo para uma mais eficiente gestão dos processos de bolsa.

Ligação direta para as FAQ das bolsas diretamente financiadas pela FCT, por temas:
1. Questões Gerais
2. Alterações às condições previstas na candidatura
3. Regime de Dedicação Exclusiva4. Parentalidade

Estas FAQ estão sujeitas a atualização permanente, pelo que se recomenda a sua consulta periódica perante situações de novas dúvidas.

Consultar também o Estatuto do Bolseiro de Investigação e do Regulamento de Bolsas de Investigação da FCT.

Fonte da notícia

 

A FCT é a principal financiadora do CEsA – Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento.

The International Financial Institutions: An ajar door to the external financing of Iran

The International Financial Institutions: An ajar door to the external financing of Iran


De autoria de Enrique Martínez-Galán, “The International Financial Institutions: An ajar door to the external financing of Iran”, capítulo nº 6, integra o livro «Geopolitics of Iran: Why is it important to the broader Middle East Region?», que empreende um exame do papel do Irão na geopolítica contemporânea.

 

Resumo:

Enquanto duas das maiores Instituições Financeiras Internacionais (IFI) do mundo, nomeadamente, o Banco Islâmico de Desenvolvimento e o Banco Asiático de Investimento em Infra-estruturas, ainda financiam ou planeiam financiar projectos de infra-estruturas no Irão, outras duas das maiores IFI, nomeadamente, o Grupo Banco Mundial e o Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD), têm vetado qualquer financiamento ou participação do Irão na sua governação, respectivamente, sob a influência manifesta dos Estados Unidos (EUA). Além disso, o Banco Europeu de Investimento, o chamado banco da União Europeia, conseguiu resistir a fortes pressões da França, Alemanha e Reino Unido em 2018 para criar um veículo de propósito especial que pudesse permitir à UE contornar as sanções dos EUA e continuar a financiar projectos no Irão. É interessante notar que as relações internacionais foram outrora muito diferentes. De facto, Teerão foi uma das três cidades candidatas para acolher a sede do BAD nos anos 60. No capítulo “The International Financial Institutions: An ajar door to the external financing of Iran” discutiremos o papel desempenhado pelas IFI no Irão, e vice-versa. Iremos enquadrar a discussão nos quadros teóricos do estadismo financeiro (Steil e Litan no estadismo financeiro: O papel dos mercados financeiros na política externa americana. Council of Foreign Relations and the Brookings Institution, New Haven and London, Yale University Press, 2006) e de soft power (Nye in Annals of the American Academy of Political and Social Science 616: 94-109, 2008; Nye in Foreign Affairs 88 (4) (Julho-Agosto): 160–163, 2009). Além disso, mostraremos como, apesar das sanções dos EUA, a economia iraniana ainda consegue obter financiamento das IFI. Finalmente, debateremos também a relevância das IFI no contexto do financiamento externo da economia iraniana. Olhando para o futuro, iremos desenhar cenários para a futura relação do Irão com as IFI.

 

Sobre o livro:

Geopolitics of Iran: Why is it important to the broader Middle East Region? avalia o papel do Irão na geopolítica contemporânea. Mais concretamente, examina três círculos principais que se relacionam: o desenvolvimento do Irão e os desafios políticos, suas relações com os países vizinhos, bem como suas relações com as principais potências globais – China, União Europeia, Rússia e Estados Unidos. Inclui contribuições de mais de 20 autores em áreas como geopolítica contemporânea, história moderna, recursos naturais, economia, o contexto político-social e pensamento estratégico. O foco particular é colocado nas relações do Irão com seus vizinhos – Afeganistão, Iraque, Israel, Paquistão e os Estados do Golfo Pérsico. Além disso, o livro oferece uma dimensão bilateral e multilateral sobre como as sanções nucleares impostas ao Irão impactaram seu planeamento estratégico, do ponto de vista económico e militar.

 

Aceda ao livro: https://www.palgrave.com/gp/book/9789811635632

Gravação da Conferência “A identidade e a diferença em Frantz Fanon: entre o olhar do outro e a auto-definição”


 

No ano em que se assinalam os 60 anos da morte do psiquiatra martiniquenho e intelectual da revolução argelina Frantz Omar Fanon, apresentamos a conferência “A identidade e a diferença em Frantz Fanon: entre o olhar do outro e a auto-definição”, com o conferencista Deivison Faustino (Deivison Nkosi) e comentários de Flávio Almada (Lbc Soldjah), a 20 de julho às 17h (CET) via zoom.

O objectivo da iniciativa é promover o conhecimento da obra de um dos pensadores mais importantes do século XX. Frantz Fanon exerceu influência fundamental em acontecimentos e processos ocorridos em continentes diversos como o Black Power Movement, a Revolução Iraniana, o Movimento Negro Unificado no Brasil, e o pensamento de autores como Paulo Freire, Lélia Gonzalez, Ali Shariati, Amílcar Cabral, Eduard Saíd, Hommi Bhabha, Slavoj Zizec, bell hooks, Samir Amin, Domênico Lossurdo, Angela Davis, Judith Butler, entre muitos outros.

A apresentação estará a cargo de Iolanda Évora (CESA-ISEG, UL) e Miguel Vale de Almeida (CRIA-ISCTE, IUL), com comentários finais de Inocência Mata (CEC-FLUL, UL).

A conferência é organizada pela Investigadora Iolanda Évora (CESA/CSG-ISEG), Projecto AFRO-PORT [FCT/PTDC/SOC-ANT/30651/2017 CESA], com apoio do CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia do ISCTE.

A gravação da conferência encontra-se disponível no nosso Canal Youtube.

 

Bios: 

Deivison Faustino (foto: Felipe Choco), também conhecido como Deivison Nkosi, doutor em Sociologia (UFSC, Brasil), Professor da Universidade Federal de São Paulo – Campus Baixada Santista e coordenador pedagógico do Instituto Amma Psique e Negritude (Brasil). Rapper, é autor de Frantz Fanon – Um Revolucionário Particularmente Negro e de várias obras sobre o pensador da Martinica, e um dos estudiosos de referência da obra de Frantz Fanon, no Brasil. A sua vasta produção estrutura-se em torno do pensamento de Frantz Fanon para investigar sobre temas como: natureza, sociedade e cultura; racismo e determinantes sociais da saúde; colonialismo, capitalismo, estado e direitos; marcadores sociais da diferença; ou questões do serviço social da saúde.

 

Flávio Almada (foto José Fernandes), também conhecido como Lbc Soldjah, mestre em Relações Internacionais (ISCTE, IUL), coordenador geral da Associação Moinho da Juventude, autor da dissertação “Os discursos sobre a Cova da Moura: Uma análise crítica e exploratória a partir de alguns conceitos de Frantz Fanon”, rapper, membro da Plataforma Gueto, e conhecedor do pensamento de Frantz Fanon de referência em Portugal.

 

 

Workshop Doutoral em Estudos de Desenvolvimento


 

Workshop Doutoral em Estudos de Desenvolvimento

 

De 12 a 14 de julho, está a decorrer inteiramente online o Workshop Doutoral em Estudos de Desenvolvimento.

O Workshop Doutoral em Estudos de Desenvolvimento é palco das apresentações, durante três dias, dos projectos de investigação dos estudantes do primeiro ano de doutoramento de Estudos de Desenvolvimento.

A seguinte tabela é a planificação simplificada dos horários das apresentações.

 

 

Pode aceder ao cronograma das apresentações (descarregar) completo aqui.

As sessões decorrerão online, via Zoom.

Acesso Zoom único, para todas as sessões do workshop:

Entrar na reunião Zoom

ID da reunião: 863 8525 6855
Senha de acesso: 438115

 

O Doutoramento em Estudos de Desenvolvimento é um programa de estudos do 3º ciclo que visa proporcionar formação avançada de alta qualidade e produzir investigação original na área dos Estudos de Desenvolvimento, um campo de investigação interdisciplinar do processo de mudanças económicas, sociais e políticas nas sociedades modernas.

Este programa de doutoramento foi criado em 2009 e acreditado pela agência nacional A3ES em 2015. Após 2017/18 este programa tornou-se um doutoramento conjunto do ISEG (Escola Superior de Economia e Gestão), ICS (Instituto de Ciências Sociais), IGOT (Instituto de Planeamento Geográfico e Espacial) e ISA (Escola Superior de Agricultura) da Universidade de Lisboa, com algumas alterações no seu conteúdo, recentemente aprovadas pela agência nacional A3ES.

Este programa é lecionado em inglês, mas oferecerá tutoriais tanto em inglês como em português. A tese de doutoramento pode ser escrita em português ou em inglês.

Saiba mais aqui.


ISEG - Lisbon School of Economics and Management

Rua Miguel Lupi, nº20
1249-078 Lisboa
Portugal

  +351 21 392 5983 

   comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt

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