CESA
Quo Vadis Turismo
Citação:
Sarmento, E. (2025). Quo Vadis Turismo. In Anuário do Turismo de Cabo Verde: A Consolidação dos Produtos Turísticos – 2025 (pp. 14-15). Praia, Cabo Verde.
Working Paper CEsA n.º 204/2025 analisa a insegurança e o terrorismo na Região do Sahel

O Working Paper CEsA n.º 204/2025, intitulado Insegurança e Terrorismo na Região do Sahel, analisa grupos jihadistas que recorrem a atividades coercivas para alcançar objetivos político-religiosos
O terrorismo tende a ocorrer nos países do Sahel quando há disputas territoriais junto às fronteiras, pela posse ou uso de fontes de recursos naturais, ou que resultam da transumância dos pastores ou dos povos nómadas ou do roubo de gado. Mas é a violência que resulta de tensões religiosas, que mais tem colocando em risco a sobrevivência de quem reside nesse espaço árido, acossado por secas. O terrorismo é, portanto, um fenómeno que grassa no Sahel por razões políticas, religiosas e socioeconómicas.
O Working Paper CEsA n.º 204/2025, intitulado Insegurança e Terrorismo na Região do Sahel, analisa grupos jihadistas que recorrem a atividades coercivas e que abusam de povos vulneráveis, conservadores ou fundamentalistas, com vista a alcançar objetivos político-religiosos, assim manipulando palcos estratégicos complexos, com repercussões desastrosas para o presente e para futuro dos países envolvidos. A publicação é de autoria da investigadora do CEsA Maria Sousa Galito, doutora em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa.
O Working Paper n.º 204/2025 pode ser descarregado neste link: https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/06/WP-204-2025.pdf
Resumo:
Se Terrorismo é violência política exercida sobre civis ou pessoas desarmadas, tanto pode ser empregue por um Estado autocrático, como ser instrumental na atividade subversiva de grupos paramilitares que procuram derrubar governos ou alterar o sistema vigente. É fenómeno distinto de guerra ou de guerrilha, embora possa ser recurso disponível num conflito híbrido que também inclua mercenários e milícias. O artigo confere exemplos de insegurança e de terrorismo no Sahel. Analisa grupos jihadistas que recorrem a atividades coercivas e que abusam de povos vulneráveis, conservadores ou fundamentalistas, com vista a alcançar objetivos político-religiosos, assim manipulando palcos estratégicos complexos, com repercussões desastrosas para o presente e para futuro dos países envolvidos. Recorreu-se a bibliografia secundária para a investigação e análise científica, procurando abordagem inovadora e multifatorial para explicar fenómeno difícil de erradicar no Sahel, pelas razões devidamente identificadas para o efeito.
Sobre a autora:
Maria Sousa Galito é doutora em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa e investigadora do CEsA/ISEG Research do ISEG-Universidade de Lisboa.
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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução
Working Paper 204/2025: Insegurança e Terrorismo na Região do Sahel
Resumo:
Se Terrorismo é violência política exercida sobre civis ou pessoas desarmadas, tanto pode ser empregue por um Estado autocrático, como ser instrumental na atividade subversiva de grupos paramilitares que procuram derrubar governos ou alterar o sistema vigente. É fenómeno distinto de guerra ou de guerrilha, embora possa ser recurso disponível num conflito híbrido que também inclua mercenários e milícias. O artigo confere exemplos de insegurança e de terrorismo no Sahel. Analisa grupos jihadistas que recorrem a atividades coercivas e que abusam de povos vulneráveis, conservadores ou fundamentalistas, com vista a alcançar objetivos político-religiosos, assim manipulando palcos estratégicos complexos, com repercussões desastrosas para o presente e para futuro dos países envolvidos. Recorreu-se a bibliografia secundária para a investigação e análise científica, procurando abordagem inovadora e multifatorial para explicar fenómeno difícil de erradicar no Sahel, pelas razões devidamente identificadas para o efeito.
Citação:
Galito, Maria Sousa (2025). “Insegurança e Terrorismo na Região do Sahel”. CEsA/ISEG Research – Documentos de trabalho nº 204/2025
Development Studies Seminars 2025 | Beyond the Security-Development Nexus: The risks and consequences of militarizing aid in Post-Conflict Development Programs
Os Development Studies Seminars são uma iniciativa que, desde 1991, promove a investigação conduzida nas áreas de estudo do Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional (MDCI) do ISEG e do Programa de Doutoramento em Development Studies (PDED) da Universidade de Lisboa
Development Studies Seminars 2025
Tema: Beyond the Security-Development Nexus: The Risks and Consequences of Militarizing Aid in Post-Conflict Development Programs
Orador: Professor Doutor Asif Dawar (CEsA e National Defence University, Paquistão)
Data: 18 de Junho de 2025 (quarta-feira)
Hora: 18h00-20h00
Local: Sala Novo Banco, 4.º Piso do Ed. Quelhas, ISEG (Entrada pela Rua do Quelhas 6 1200-731, Lisboa, Portugal)
Evento presencial e com entrada livre. O seminário será conduzido em inglês.
Sobre o orador

Asif Dawar é Professor Auxiliar no Departamento de Estudos de Paz e Conflitos da Universidade de Defesa Nacional, no Paquistão. É doutor em Estudos de Desenvolvimento pela Universidade de Lisboa. A sua investigação está focada na complexa relação entre segurança e desenvolvimento no Sul da Ásia e no Médio Oriente.
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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução
Realizadores de Nova Iorque Michèle Stephenson e Joe Brewster promovem formação e exibem filmes em Lisboa
Os cineastas da RadaStudio New York, Michèle Stephenson e Joe Brewster, autores de documentários premiados como Going to Mars – The Nikki Giovanni Project, estarão em Lisboa para conduzir uma formação intensiva em vídeo-documentário, entre 16 e 19 de junho de 2025. A iniciativa, coordenada pelo CEsA – Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (ISEG RESEARCH/ISEG), é dirigida a videomakers africanos e afrodescendentes.
Esta é a primeira vez que Michèle Stephenson e Joe Brewster realizam uma formação deste género em Lisboa, numa proposta que alia a excelência técnica e criativa ao compromisso com o ativismo social. O programa integra módulos de roteiro, edição e laboratório de cinema, promovendo a prática criativa em torno da temática “Participação Cívica, Cidadania e Democracia”.
A presença dos realizadores em Lisboa culmina com duas sessões públicas de exibição dos filmes Going to Mars: The Nikki Giovanni Project a 20 de junho, às 18h00, no Centro Cultural de Cabo Verde; e Black Girls Play – The Story of Hand Games e Elena a 21 de junho, no Espaço Mbongi (Praceta António Sérgio n.4 A, Queluz).

Sobre os filmes
Going to Mars. The Nikki Giovanni Project (2023): Documentário dirigido por Joe Brewster e Michèle Stephenson. Explora a vida e a carreira da poetisa e ativista dos diretos humanos estadunidense Nikki Giovanni. Legendas em português.
Black Girls Play (2023): The Story of Hands Games Curta-metragem (2023) sobre as origens dos divertidos jogos de mãos que, de geração em geração, fazem parte das brincadeiras de jovens negras, e a sua influência na música, na dança e na comunidade em todo o panorama criativo americano. Legendas em português.
Elena (2021): Documentário que aborda temas universais como a migração, o acesso à cidadania ou o racismo sistemático. A realizadora Michèle Stephenson segue Elena e a sua família através das suas tribulações e pequenas alegrias enquanto haitianos que lutam para permanecer na República Dominicana, país a que chamaram casa durante gerações. Diálogos em espanhol e crioulo haitiano com legendas em português.
Sobre os realizadores
Michèle Stephenson
A realizadora, artista e autora premiada com um Emmy, Michèle Stephenson, inspira-se na sua herança haitiana e panamiana, bem como na sua experiência como advogada de justiça social, para transformar a narrativa no cinema documental. Cria narrativas emocionalmente poderosas de resistência e cura, destacando as vivências das comunidades racializadas nas Américas e na diáspora africana. Através de uma perspetiva do Atlântico Negro, Stephenson reinventa as formas de contar histórias para provocar reflexão e inspirar ação contra a opressão sistémica, entrelaçando ficção, formatos imersivos, experimentais e híbridos.
Em 2023, os seus filmes “Going To Mars: The Nikki Giovanni Project” e “Black Girls Play: The Story of Hand Games” estiveram na shortlist para os Óscares. Going To Mars venceu o Grande Prémio do Júri no Sundance e recebeu o Emmy de Mérito Excecional em Documentário. Black Girls Play foi amplamente reconhecido, tendo recebido o Prémio Edward R. Murrow de Excelência em Vídeo e o Melhor Documentário Curta-Metragem no Festival de Tribeca.
O seu filme American Promise recebeu três nomeações aos Emmy e venceu o Prémio do Júri no Sundance, enquanto Stateless foi nomeado para o Prémio da Academia Canadiana de Melhor Documentário de Longa-Metragem. Stephenson co-realizou ainda The Changing Same, uma trilogia de realismo mágico em realidade virtual que estreou no New Frontier XR do Sundance, venceu o Grande Prémio do Júri de Melhor Narrativa Imersiva no Tribeca e foi nomeado para o Emmy de Media Interativa Excecional.
Em 2024, foi distinguida com o Prémio de Realização Nancy Malone Muse da NYWIFT e encontra-se atualmente em fase de pós-produção de uma longa-metragem sobre o movimento Black Power no Canadá. É bolseira do Guggenheim, artista Creative Capital e membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Vive em Nova York e vai estar nesta oportunidade única em Lisboa a liderar este Laboratório de Cinema.
Joe Brewster
O realizador premiado com um Emmy Joe Brewster é um psiquiatra formado em Harvard que aplica os seus conhecimentos médicos para explorar questões sociais através do cinema. Estreou-se como realizador com o filme The Keeper (1995), inspirado na sua experiência como psiquiatra numa prisão na Brooklyn House of Detention, obra que recebeu vários prémios e nomeações para os Spirit Awards.
Ao longo das últimas três décadas, Brewster tem realizado e produzido filmes de ficção, documentários e obras em formatos imersivos. O seu documentário de longa-metragem American Promise (2014) obteve três nomeações aos Emmy e venceu o Prémio do Júri em Sundance. O filme Going To Mars: The Nikki Giovanni Project esteve na shortlist dos Óscares, venceu o Grande Prémio do Júri no Festival Sundance 2023 e arrecadou mais de 30 prémios, incluindo dois Cinema Eye Awards e o prestigiado Emmy de Mérito Excecional em Documentário.
O filme Black Girls Play: The Story of Hand Games (2023) foi igualmente shortlisted para os Óscares, venceu o prémio de Melhor Curta no Cinema Eye Awards, bem como o Prémio Edward R. Murrow de Excelência em Vídeo.
Brewster criou ainda a inovadora experiência em realidade virtual The Changing Same, apresentada no Festival Sundance e vencedora do Grande Prémio do Júri para Melhor Experiência Imersiva no Tribeca 2021. Entre os seus projetos em realidade aumentada e virtual destaca-se O-Dogg: On Othello, com a participação de Tariq Trotter, estreado no Oregon Shakespeare Festival.
Além disso, produziu documentários para canais e plataformas como PBS, HBO, Amazon, Al Jazeera, Vice, Sundance Channel, Comcast, Disney e World Channel. Foi bolseiro de instituições como o Sundance Institute, Tribeca Film Institute, BAVC, Fundação MacArthur e a Fundação John Simon Guggenheim. É membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e vencedor de vários prémios Emmy. Vive em Nova York e vai estar nesta oportunidade única em Lisboa a liderar este Laboratório de Cinema.
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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução
Sessão de junho do Ciclo de Cinema e Descolonização exibirá o drama angolano Nossa Senhora da Loja do Chinês no ISEG com entrada livre

A última sessão da temporada 2024/2025 do Ciclo de Cinema e Descolonização terá lugar a 7 de Junho (sábado). O ciclo decorre desde novembro de 2024, promovendo sessões em formato cineclube para explorar os legados e as memórias da descolonização. A sessão de encerramento desta temporada contará com a exibição do drama angolano de longa-metragem Nossa Senhora da Loja do Chinês (Ery Claver, 2022, Angola, 98 min). O filme será exibido às 10h, no Auditório 2 do ISEG (Rua do Quelhas 6, Piso 2 do Edifício Quelhas – Claustro), com entrada livre. Após a projeção do filme, será realizado um debate com a participação do realizador, Ery Claver (online), e da cineasta moçambicana Lara Sousa (online).
Nossa Senhora da Loja do Chinês foi vencedor do Prémio do Júri de Melhor Longa Metragem da Competição Internacional na 42.ª edição do Festival Internacional du Film D’Amiens (FIFAM) e do Prémio de Melhor Banda Sonora na 28.ª edição do maior festival de cinema africano, o FESPACO – Festival Pan-Africano de Cinema de Ouagadougou. Foi também nomeado ao prémio de “Melhor Filme” tanto na 20.ª edição do Festival de Cinema Africano Tarifa~Tánger quanto na 1.ª edição do Red Sea International Film Festival, em Jeddah, Arábia Saudita.
Sinopse – Nossa Senhora da Loja do Chinês (Ery Claver, 2022, Angola, 98 min)
Quando um comerciante chinês traz para um bairro de Luanda uma singular imagem de plástico sagrado de Nossa Senhora, uma mãe enlutada busca a paz, um barbeiro atento inicia um novo culto e um jovem desorientado procura vingança por seu amigo perdido. Este bizarro conto urbano revelará uma família e uma fachada de cidade cheia de ressentimento, ganância e tragédia.
Ficha Técnica
Guião e realização: Ery Claver
Produtores executivos: Sílvio Nascimento e Elias Ribeiro
Directora de arte: Prudênciana Hach
Directora de produção: Rossana David
Narrador: Meili Li
Som: Oswald Juliana
Tradução Mandarim: Xinyi Li
Produtor: Jorge Cohen
Director de fotografia: Eduardo Kropotkine
Assistente de realização: Kamy Lara
Elenco principal: Cláudia Púcuta, David Caracol e Willi Ribeiro
Edição: Zeno Monyak
Assistente de Câmera: Alfredo Tino
Prémios
Melhor Banda Sonora – 28.ª edição do FESPACO (Festival Pan-Africano de Cinema de Ouagadougou)
Prémio do Júri de Melhor Longa-Metragem – Festival International du Film d’Amiens, França
Melhor Atriz da África Austral – Prémios Sotigui 2023, atribuídos a Cláudia Púcuta pela sua interpretação da personagem Domingas
Nomeação para Melhor Filme – 20.ª edição do Festival de Cinema Africano Tarifa-Tanger, em Sevilha, Espanha
Nomeação para Melhor Filme – 1.ª edição do Red Sea International Film Festival, em Jeddah, Arábia Saudita
Seleção Oficial – Participação em diversos festivais internacionais, incluindo o International Film Festival of India, Porto Post Doc Film Festival, Festival do Rio, BFI London Film Festival, Film Fest Ghent e Göteborg Film Festival
Conheça o realizador:
Ery Claver nasceu em 1976 em Santo Antão, Cabo Verde. Ery Claver é um dos cineastas mais versáteis em Angola. Iniciou sua carreira como operador de câmera, trabalhando em inúmeros programas de televisão e documentários. Em 2013 ingressou na Geração 80 e aprofundou seu estilo como Diretor de Fotografia trabalhando nas curtas-metragem “Concrete Affection – Zopo Lady” (2014), e “Havemos de Voltar” (2017), ambas realizadas por Kiluanji Kia Henda e com produção Geração 80. Enquanto realizador assina várias curtas metragens, com destaque para “Lúcia no Céu com Semáforos” (2018) em parceria com Gretel Marín e “Enóquio que não tinha coração” (2020) em parceria com o irmão, Evan Cléver. Ery já teve o trabalho exibido em diversos festivais internacionais, com destaque para o Festival Internacional de Curta-Metragem de Clermont-Ferrand, na França, o VIDEOEX – International Experimental Film and Video Festival, em Zurique e o FCAT – Festival de Cinema Africano, nas cidades de Tarifa e Tânger. Ery assina a Direção de Fotografia de “Ar Condicionado” (2020), filme premiado internacionalmente. Em 2022 realiza sua primeira longa metragem, “Nossa Senhora da Loja do Chinês”.
Sobre o Ciclo de Cinema e Descolonização
As sessões do Ciclo de Cinema e Descolonização decorrem paralelamente à exposição Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário, patente no Museu Nacional de Etnologia até 2 de novembro.
Consulte a programação:
Urge entender a descolonização como um processo ainda em curso, que é preciso aceitar e integrar na dinâmica social, política, cultural e pessoal. O projeto visa criar um espaço de partilha, aberto e dinâmico, em que possam surgir memórias, narrativas, diálogos e reflexões. Tem coordenação da investigadora Jessica Falconi (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa) e curadoria da investigadora e realizadora moçambicana Isabel Noronha (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa) e do cineasta Camilo de Sousa.
Coordenação: Jessica Falconi (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa)
Curadoria: Isabel Noronha (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa) e Camilo de Sousa
Consultoria científica: Isabel Castro Henriques (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa), Joana Pereira Leite (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa) e Ana Mafalda Leite (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa)
Colaboração: Luca Fazzini e João Moreira Silva
Apoio: CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG/ULisboa
Leia mais:
Nossa Senhora da Loja do Chinês – Geração 80
Ciclo de Cinema e Descolonização | Projeção do Filme “Nossa Senhora da Loja do Chinês” – Site do ISEG
Programa da temporada 2024/2025 do Ciclo de Cinema e Descolonização, atividade paralela à exposição ‘Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário’
Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: CEsA/Reprodução
Development Studies Seminars 2025 | Slow Down or Perish: The Economics of Degrowth
Os Development Studies Seminars são uma iniciativa que, desde 1991, promove a investigação conduzida nas áreas de estudo do Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional (MDCI) do ISEG e do Programa de Doutoramento em Development Studies (PDED) da Universidade de Lisboa
Development Studies Seminars 2025
Tema: Slow Down or Perish: The Economics of Degrowth
Orador: Professor Doutor Timothée Parrique (Faculty of Business and Economics, University of Lausanne, Suíça
Debatedores: Professora Doutora Susana Peralta (Nova-SBE), Professora Doutora Irina Castro (CES, Universidade de Coimbra) e Professor Doutor Alexandre Abreu (CEsA e ISEG)
Data: 23 de Junho de 2025 (segunda-feira)
Hora: 18h00-20h00
Local: Anfiteatro 24, Piso 2 do Ed. Francesinhas 1, ISEG (Entrada pela Rua das Francesinhas, Lisboa, Portugal)
Evento presencial e com entrada livre.
Apoio: Embaixada de França em Portugal, Instituto Francês de Portugal, Nova SBE – Nova School of Business & Economics e EcoPol – Associação Portuguesa de Economia Política.
Sobre o orador

Timothée Parrique é economista, natural de Versalhes, França. Actualmente, é investigador na HEC Lausanne – a Faculdade de Economia e Gestão da Universidade de Lausanne, na Suíça. Trabalha em planeamento macroecológico na Suíça, no âmbito do projecto de investigação STRIVE. É doutorado em Economia pelo Centre d’Études et de Recherches sur le Développement (Universidade Clermont Auvergne, França) e pelo Stockholm Resilience Centre (Universidade de Estocolmo, Suécia). A sua tese, intitulada The political economy of degrowth (2019), explora as implicações económicas do decrescimento.
Parrique é autor de Ralentir ou périr. L’économie de la décroissance (Setembro de 2022, Seuil), uma adaptação da sua tese de doutoramento dirigida ao grande público, que já vendeu mais de 40.000 exemplares em França e está a ser traduzida para oito línguas. Escreve frequentemente sobre crescimento verde e dissociação entre crescimento económico e impactos ambientais. É o autor principal do relatório Decoupling debunked – Evidence and arguments against green growth (2019), publicado pelo European Environmental Bureau (EEB).
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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução
Development Studies Seminars 2025 | Diálogo sobre o Islão e Política em Moçambique
Os Development Studies Seminars são uma iniciativa que, desde 1991, promove a investigação conduzida nas áreas de estudo do Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional (MDCI) do ISEG e do Programa de Doutoramento em Development Studies (PDED) da Universidade de Lisboa
Development Studies Seminars 2025
Tema: Diálogo sobre o Islão e Política em Moçambique
Por ocasião do lançamento do livro Jihad Inevitável? Muçulmanos e Política em Moçambique depois da Independência (coleção Tempos e Espaços Africanos, Ed. Colibri, 2025)
Oradores: Professor Doutor Éric Morier-Genoud (Queen’s University Belfast, Reino Unido) e Professora Doutora Sandra Araújo (ICS/Universidade de Lisboa, Portugal)
Moderação: Professora Doutora Isabel Castro Henriques (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG, Portugal) e Professora Doutora Joana Pereira Leite (CEsA/ISEG RESEARCH/ISEG, Portugal)
Data: 5 de Junho de 2025 (quinta-feira)
Hora: 18h00-20h00
Local: Auditório 3, Piso 2 do Ed. Quelhas, ISEG (Entrada pela Rua do Quelhas 6 1200-731, Lisboa, Portugal)
Evento presencial e com entrada livre.
Sobre os oradores

Eric Morier-Genoud é historiador, com interesses de investigação centrados na história, religião e política em África, no mundo lusófono e na Europa. É autor de diversas obras sobre a história de Moçambique pré-colonial, o apartheid na África do Sul e na Suíça, bem como sobre a história da Igreja Católica Romana e do Islão em Moçambique. Atualmente, dedica-se ao estudo da insurgência jihadista no norte de Moçambique, à presença de missionários irlandeses no mundo e à história das comunidades africanas em Belfast.
Ao longo da década de 2010, esteve envolvido em iniciativas de resolução de conflitos e prestou consultoria em diversas ocasiões. Neste âmbito, tem intervindo regularmente em órgãos de comunicação como The Times, BBC World Service, Le Monde, Público, Vatican News, Voz da América, Rádio Portugal, Rádio Sueca, Rádio Nacional Suíça, Rádio Al Aan, entre outros.

Sandra Araújo é doutorada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa. Atualmente, é Investigadora Júnior no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (2021.03337.CEECIND/CP1696/CT0011). O seu projeto, no âmbito do Programa de Estímulo ao Emprego Científico, intitula-se Intelligence and Empire in the Portuguese Late Colonial Period, 1961-1975: Comparisons, Connections and Epistemes, focaliza os Serviços de Centralização e Coordenação de Informações, com o objetivo de examinar a sua trajetória histórica no quadro da política e administração imperiais portuguesa, bem como avaliar o papel que desempenharam durante as lutas de libertação. Em 2022, o seu projeto Spying on Muslims in Colonial Mozambique, 1964-74, que explora a forma como os serviços secretos portugueses procuraram alavancar uma parte do seu esforço de guerra nas comunidades muçulmanas, foi distinguido com o First Book Grant Award pela Independent Social Research Foundation. Em 2022/23, Sandra Araújo foi Investigadora Visitante no Global History and Culture Centre da Universidade de Warwick.
Sobre a Coleção Tempos e Espaços Africanos
Esta coleção engloba os espaços e os tempos entendidos como dois pilares da criação, da permanência e da transformação das sociedades africanas. O laço íntimo e constante entre estes dois parâmetros conceptuais permite dar conta da África, que por esta via pode recuperar tanto a sua história, como a sua capacidade de pensar e de construir os seus futuros. A coleção tem coordenação das Professoras Doutoras Isabel Castro Henriques e Joana Pereira Leite, investigadoras do CEsA.
A Economia de África (ed. Vulgata)
Ano: 1999
Autor: Philippe Hugon
Empresas e Empresários Africanos (ed. Vulgata)
Ano: 2000
Autores: Stephen Ellis & Yves-A. Fauré (dir.)
Álcool e Escravos: o comércio luso-brasileiro do álcool em Mpinda, Luanda e Benguela durante o tráfico transatlântico de escravos (c. 1480-1830) e o seu impacto nas sociedades da África dentral Ocidental (ed. Vulgata)
Ano: 2002
Autor: José C. Curto
Novas Relações com África: que perspectivas? (ed. Vulgata)
Ano: 2003
Autora: Isabel Castro Henriques (coord.)
África Negra. História e Civilizações – até ao século XVIII, Tomo I (ed. Vulgata)
Ano: 2003
Autor: Elikia M’Bokolo
O Trabalho Dignifica o Homem. Estratégias de sobrevivência em Luanda (ed. Colibri)
Ano: Não informado
Autora: Cristina Udelsmann Rodrigues
África Negra. História e Civilizações – Do século XIX aos nossos dias, Tomo II (ed. Colibri)
Ano: 2007
Autor: Elikia M’Bokolo
Subúrbios de Luanda e Maputo, 1ª edição (ed. Colibri)
Ano: 2007
Autores: Jochen Oppenheimer & Isabel Raposo (coords.) Filipe Amado, Ana Bénard da Costa, Nuno Cunha, Carlos M. Lopes, Ramos Muanamoha, Carlos Sangreman, Mário Ribeiro, Cristina Rodrigues, Cristina Salvador, Gerhard Seibert
Os Ismailis de Moçambique: Vida económica no tempo colonial
Ano: 2012
Autoras: Joana Pereira Leite e Nicole Khouri
A Mulher em África – Vozes de uma margem sempre presente (ed. Colibri)
Ano: 2018
Autoras: Inocência Mata e Laura Cavalcante Padilha (org.)
Jihad Inevitável? Muçulmanos e Política em Moçambique depois da Independência(ed. Colibri)
Ano: 2025
Autor: Eric Morier-Genoud
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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
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Cerimónia de apresentação da 2.ª Edição do Catálogo “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário”

A Museus e Monumentos de Portugal, o Museu Nacional de Etnologia, o CEsA – Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (ISEG RESEARCH/ISEG/Universidade de Lisboa) e as Edições Colibri têm o prazer de convidar para a Cerimónia de Apresentação da 2.ª Edição revista e aumentada do Catálogo Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário / Deconstructing Colonialism, Decolonising the Imaginary, com direção da Professora Doutora Isabel Castro Henriques, investigadora do CEsA, e apresentação do Professor Doutor Jean-Michel Tali (Universidade de Howard, EUA).
O lançamento da 2.ª Edição do Catálogo terá lugar a 29 de maio de 2025 (quinta-feira), às 18h00, no Museu Nacional de Etnologia (Av. da Ilha da Madeira – Lisboa).

O guia acompanha a exposição homónima patente ao público até 2 de novembro de 2025 no Museu Nacional de Etnologia, onde os cerca de 30 investigadores que colaboraram no projeto desenvolvem os vários temas abordados. Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. O Colonialismo Português em África: Mitos e Realidades é uma exposição concebida e coordenada pela historiadora Isabel Castro Henriques, que visa apresentar as linhas de força do colonialismo português em África nos séculos XIX e XX. Tem como objetivos desconstruir os mitos criados pela ideologia colonial, descolonizar os imaginários portugueses e contribuir, de forma pedagógica e acessível, para uma renovação do conhecimento sobre a questão colonial portuguesa.
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Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt) com informações da Comunicação do Museu Nacional de Etnologia e das Edições Colibri
Imagem: Reprodução
Lançamento da coleção Em Ação! – Materiais Didáticos para Consolidação e Treino em PLE

O CEsA e o Grupo LIDEL têm o prazer de convidá-los/as para o lançamento da coleção Em Ação! – Materiais Didáticos para Consolidação e Treino em Português Língua Estrangeira, da autoria das Professoras Carla Oliveira e Luísa Coelho. O lançamento realizar-se-á no próximo dia 28 de maio, às 18h30, no Auditório 2 do ISEG (Piso 2 do Ed. Quelhas), e contará também com a presença da Presidente do Camões, I.P., Florbela Paraíba (a confirmar), do Presidente do CEsA/ISEG Research, Eduardo Moraes Sarmento e da Poeta, professora da FLUL e Investigadora do CEsA, Ana Mafalda Leite.
O evento será híbrido, com transmissão online. A participação deve ser registada através do formulário para inscrições: https://link.lidel.pt/Inscricao_Lancamento_Em_Acao
Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagens: CEsA/Reprodução




