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Novo Working Paper CEsA analisa o processo de construção do Estado e da Nação em Moçambique


O CEsA publicou o primeiro Working Paper de 2022: Estado, Nação e Etnicidades em Moçambique (nº 186/2022), de autoria de Catarina Maquile de Melo, Gaudêncio Material Alves e Mônica Dias Martins.

A publicação analisa o processo de construção do Estado e da Nação em Moçambique e examina de forma crítica o processo político em curso no país, à revelia das ideias dominantes nos meios de comunicação, círculos governamentais, empresariais e académicos.

Clique aqui para fazer download do Working Paper nº 186/2022: https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/26272

Próxima sessão do CEsA Thinks 2022/2023 abordará o custo do vício de drogas por jovens na Nigéria


O Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e o ISEG – Lisbon School of Economics and Management, da Universidade de Lisboa (ULisboa), convidam para a próxima sessão do Ciclo de Seminários CEsA Thinks 2022/2023: “The Cost of Juvenile Substance Abuse and Addiction on Households and Communities in Nigeria: Can guidance and counselling be a panacea?”. O estudo será apresentado por Bahago Samaila (Veritas University) e o debate será liderado por Vincent Agulonye (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa).

A sessão é aberta ao público e decorrerá no dia 7 de dezembro de 2022, pelas 18h (horário de Lisboa), no ISEG (Sala 104, Francesinhas 2), em Lisboa, e será transmitida por Zoom (aceda aqui: https://us06web.zoom.us/j/87919779125?pwd=cmtENi9lVWxRNjBCdHhXaDdCZ0lHUT09).

Sobre o orador
Bahago Samaila é Professor no Departamento de Fundamentos Educacionais na Veritas University. É doutor e mestre em Orientação e Aconselhamento pela Universidade de Abuja. É pós-graduado em Educação pela Ahmadu Bello University Zaria Kaduna State e bacharel em Teologia pela University of Jos.

 

Sobre o debatedor

Vincent Angulonye é investigador do CEsA (CSG/ISEG/ULisboa). É doutor em Estudos de Desenvolvimento pelo ISEG, Universidade de Lisboa.

 

 

Sobre o CEsA Thinks 2022/2023

O CEsA Thinks visa promover discussões entre pares sobre a atual pesquisa conduzida por investigadores no âmbito do Desenvolvimento, com o objetivo de gerar contribuições e críticas aos trabalhos apresentados. Organizadas pelos investigadores do CEsA Vincent Agulonye e Daniel Adayi, as apresentações do CEsA Thinks 2022/2023 são sempre em inglês.

Próxima sessão do CEsA Thinks: “The Cost of Juvenile Substance Abuse and Addiction on Households and Communities in Nigeria: Can guidance and counselling be a panacea?”
7 de dezembro, 2022
18h – 19h30 (horário de Lisboa)
Presencial na Sala 104 (Francesinhas 2, ISEG, Lisboa), com transmissão online via Zoom (https://us06web.zoom.us/j/87919779125?pwd=cmtENi9lVWxRNjBCdHhXaDdCZ0lHUT09).

Veja a programação completa no cartaz.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: CEsA/Reprodução

AFRO-PORT lança curta-metragem sobre a afrodescendência em Portugal


curta-metragem “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” está disponível gratuitamente no canal do CEsA (CSG/ISEG/ULIsboa) no YouTube

Como parte das atividades do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT – “Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa (CEsA/ISEG/ULisboa, FCT/PTDC/SOC-ANT/30651/2017)”, foi lançado, no dia 21 de setembro de 2022, a curta-metragem “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” (Nêga Filmes).

Trata-se de um produto audiovisual desenvolvido no âmbito do Projeto do AFRO-PORT, em parceria com a produtora e realizadora Nêga Filmes. O filme aborda, ao longo de 11 entrevistas com personagens diversos, entre eles, mulheres, homens, jovens e idosos, um retrato do que se pensa em Portugal a respeito do conceito de afrodescendência.

Assista abaixo

Projeto AFRO-PORT chega ao fim e deixa legado pioneiro na investigação sobre a afrodescendência em Portugal


O AFRO-PORT, projeto de investigação do CEsA com recursos da FCT, investigou a afrodescendência em Portugal, de 2018 a 2022. O ciclo de encerramento teve lugar no mês de setembro e contou com a apresentação dos resultados do estudo sobre o perfil das organizações de afrodescendentes na Área Metropolitana de Lisboa, além do lançamento de uma edição especial da Revista Portuguese Literary and Cultural Studies e do documentário “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural”

Mesa de abertura da primeira sessão do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT: Sónia Frias (em pé), membro da Direção do CEsA, Inocência Mata (à mesa, à esquerda), co-coordenadora do AFRO-PORT, Iolanda Évora (à mesa, centro), coordenadora do AFRO-PORT, e Aurora Almada e Santos (à mesa, à direita), investigadora do Instituto de História Contemporânea (Universidade Nova de Lisboa)

O ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT – “Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa (CEsA/ISEG/ULisboa, FCT/PTDC/SOC-ANT/30651/2017)” teve lugar nos dias 16 e 21 de setembro de 2022, na Câmara Municipal de Lisboa e no Centro Cultural de Carnide, respetivamente. O AFRO-PORT foi um projeto de investigação do CEsA sob coordenação da professora Iolanda Évora (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e com a co-coordenação da professora Inocência Mata (LAC/ULisboa e CEComp/FLUL/ULIsboa), com recursos da FCT, que se destacou como pioneiro na investigação da afrodescendência em Portugal, de 2018 a 2022.

O AFRO-PORT centrou-se na investigação da afrodescendência em Portugal com o objetivo principal de identificar os processos de afirmação para a conquista de direitos. Outros objetivos foram: caracterizar os afrodescendentes da Área Metropolitana de Lisboa no cenário social português, interrogar sobre a emergência dos afrodescendentes como um novo coletivo e o seu estatuto e lugar na sociedade, compreender os mecanismos que excluem os afrodescendentes e, em simultâneo, identificar os processos de conquista de direitos.

Sobre a utilização cada vez mais frequente do termo “afrodescendente” e do conceito de “afrodescendência”, a investigadora do Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e coordenadora do AFRO-PORT, Iolanda Évora, destacou a relevância de se poder acompanhar processos de ancoragem de um conceito ou categoria num determinado contexto social, “pois nem todas as pessoas e grupos designados identificam-se como tal”. “Estamos diante de um fenómeno fluido em processo de enraizamento, o que significa que as perceções estão a ser constituídas enquanto resultado e expressão da sociedade portuguesa na sua diversidade”, explica Évora.

E foi a investigação de um tema em construção e em transformação social em Portugal que deu ao AFRO-PORT o seu carácter inovador e pioneiro. “Não nos apercebíamos, antes de começar esse projeto, que há jovens que nasceram cá e que não dizem que são afrodescendentes; dizem que são africanos de segunda, terceira, quarta geração. Mas, penso: não nasceram cá?! São essas vozes também que queríamos ouvir”, refere Inocência Mata, investigadora do Centro de Estudos Comparativistas (CEComp/FLUL/ULisboa) e co-coordenadora do AFRO-PORT.

Para as coordenadoras do AFRO-PORT, o uso da expressão “afrodescendente” tem vários significados. A partir da pesquisa, aperceberam-se que várias pessoas interrogam-se se não se trata de uma forma atualizada de continuar a não se aceitar o negro como tal na Europa. “Seria o afrodescendente essa nova designação porque não se admite que o negro como tal possa ser um cidadão de direitos no Velho Continente e continue a ser chamado de africano?”, questiona Évora, com base nos depoimentos recolhidos na pesquisa.

Edição especial da Revista PLCS sobre afrodescendência e racismo

Clique na imagem para aceder à revista

A primeira sessão do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT teve lugar no dia 16 de setembro de 2022, na Câmara Municipal de Lisboa. O evento consistiu no lançamento da edição especial sobre afrodescendência e racismo da Revista Portuguese Literary and Cultural Studies: dossier “The Open Veins of the Postcolonial: Afrodescendants and Racisms” (clique aqui para aceder). O número temático abarca 17 artigos sobre assuntos diversos, como a presença africana em Portugal desde o século XVI, a autonomia negra em Portugal, a ideia de raça e significados da branquitude, a reformulação do discurso racista e colonialista, etc.

A investigação conduzida no âmbito da revista foi apresentada por Aurora Almada e Santos (Instituto de História Contemporânea/Universidade Nova de Lisboa) e por Inocência Mata. “Essa é a primeira publicação do projeto AFRO-PORT. Nós estivemos dois anos a trabalhar sobre essa revista porque nós queríamos que essa publicação trouxesse uma reflexão mais profunda e menos imediata sobre as temáticas que estávamos a discutir. Queríamos, principalmente, retirar essa ideia que a questão do racismo se aplica apenas aos imigrantes na sociedade portuguesa”, diz Mata.

O evento contou também com a presença e o apoio dos vereadores Beatriz Gomes Dias e Rui Tavares. “É muito importante que a questão afroportuguesa e afrodescendente tenha chegado nas páginas de uma revista tão importante como essa”, elogiou Rui Tavares. “Traz uma perspetiva que desoculta uma vasta gama de discriminações. É muito importante esse olhar porque rompe com os mitos, as definições, o conjunto de hierarquias e contribui para esse combate ao racismo e à discriminação”, completou Beatriz Gomes.

Estudo sobre as associações afrodescendentes em Lisboa e lançamento de curta-metragem

A segunda sessão do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT teve lugar no dia 21 de setembro de 2022, no Centro Cultural de Carnide, em Lisboa, consistiu na apresentação dos resultados principais do estudo “Associações Afrodescendentes na Área Metropolitana de Lisboa: Questões em debate” e no lançamento da curta-metragem “3×4. Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” (Nêga Filmes), um produto audiovisual desenvolvido no âmbito do Projeto do AFRO-PORT.

Milan Dezan, bolseira do Projeto AFRO-PORT, apresenta os resultados do estudo sobre o perfil das organizações de afrodescendentes na Área Metropolitana de Lisboa, na segunda sessão do ciclo de encerramento do AFRO-PORT, no dia 21 de setembro de 2022, no Centro Cultural de Carnide

Nesta sessão, a questão das razões do uso do termo foi novamente trazida. Para a co-coordenadora do AFRO-PORT, Inocência Mata, falar de afrodescendência causa uma mistura de sensações e questionamentos, pois ao mesmo tempo em que remete com orgulho a uma ascendência africana, também é uma forma de se evitar a palavra negro. “Hoje, reivindicar ser português afrodescendente é reivindicar uma pertença e ao mesmo tempo uma ancestralidade. Serve também para que as políticas públicas tenham em conta essa discriminação da diferença, e nós precisamos de números para dizer ao Poder que existe racismo estrutural e institucional em Portugal”, conclui Mata.

Em relação ao estudo sobre o perfil das associações, os resultados foram apresentados pela bolseira Mila Dezan (MDCI/ISEG/ULIsboa). Entre eles, destacam-se a representatividade dos afrodescendentes em Portugal, que compreendem um quarto da população portuguesa; e a existência de aproximadamente 140 associações a atuar na Área Metropolitana de Lisboa, mapeadas por tratarem sobre questões ligadas à afrodescendência, mas com apenas 22 delas a identificarem-se propriamente como afrodescendentes.

“Identificamos uma resistência das organizações em se apresentarem como afrodescendentes. Algumas se apresentam como tal, mas são cautelosas na hora de usar o termo de forma oficial”, indicou Dezan. “Isso nos leva a pensar se a denominação tem sido imposta ou se estamos assistindo ao início de uma nova caracterização social que justifica essa resistência. Quais são as vantagens e as desvantagens de se apresentarem como organizações afrodescendentes?”, pontuou.

Nos seus comentários ao estudo, Évora considerou que várias interrogações foram trazidas. “O que essa denominação está a substituir, qual é a conveniência e o benefício que ela traz? Algumas associações usam o termo, por exemplo, quando estão a dialogar com o poder publico. A minha expectativa enquanto cientista social é que essas comunidades apropriem-se e tenham muita clareza sobre o que está sendo dito com esse termo”, destaca Évora.

O encontro foi marcado pelo lançamento da curta-metragem “3×4 Afroportuguês: Retratos de uma identidade plural” (Nêga Filmes), um produto audiovisual desenvolvido no âmbito do Projeto do AFRO-PORT (assista logo abaixo). O filme aborda, ao longo de 11 entrevistas com personagens diversos, entre eles, mulheres, homens, jovens e idosos, um retrato do que se pensa em Portugal a respeito do conceito de afrodescendência.


As atividades, os eventos e notícias sobre o AFRO-PORT seguem disponíveis para consulta no site oficial do projeto (https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/afroport/).

Para mais informações sobre os projetos do CEsA, aceda ao site oficial https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)

Imagens: CEsA/Reprodução

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EADI CEsA Lisbon Conference 2023 publica Chamada de Resumos com prazo de submissão até 18 de dezembro de 2022


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A EADI CEsA Lisbon Conference 2023: Towards New Rhythms of Development”, uma conferência internacional sobre os novos ritmos de desenvolvimento, organizada pela European Association of Development Research and Training Institutes (EADI) em parceria com o Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA) e a Lisbon School of Economics and Management (ISEG), abriu uma Chamada de Resumos com prazo de submissão até ao dia 18 de dezembro de 2022.

Os resumos selecionados serão apresentados em um dos dois tipos de sessões do evento, Seed Panels ou Harvest Panels.

Os Seed Panels receberão propostas de trabalhos em curso e/ou ideias inovadoras, que não necessitam que se proceda à entrega de um artigo completo. Os investigadores poderão escolher apresentar um projeto que se enquadre em um dos 38 temas disponíveis (confira a lista de temas aqui, em inglês). É esperado um feedback construtivo aos candidatos após a submissão de trabalhos, bem como durante a sessão. Clique aqui para mais informações sobre os Seed Panels (apenas em inglês).

Os Harvest Panels receberão propostas de investigações concluídas e os resultados das investigações, podendo ser obrigatória a submissão dos artigos completos. Os investigadores devem estar preparados para providenciar comentários adequados aos artigos submetidos, caso seja requerido pela organização, e devem escolher apresentar um artigo que se enquadre em um dos 17 temas disponíveis (confira a lista de temas aqui, em inglês). É esperado que se explorem as possibilidades de publicação das contribuições durante a sessão. Clique aqui para mais informações sobre as Harvest Panels (apenas em inglês).

Os resumos deverão ser submetidos através do sistema de gestão de artigos do EADI, a Conftool (clique aqui para aceder).

Para mais informações sobre a Chamada de Resumos, clique aqui (apenas em inglês).

Leia mais: “EADI CEsA Lisbon Conference 2023 propõe mapear novos ritmos de desenvolvimento num cenário global de crises e desafios cada vez mais profundos”

O EADI CEsA Lisbon Conference 2023 terá lugar de 10 a 13 de julho de 2023 no ISEG, Lisboa.

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt) com informações do EADI
Imagem: CEsA/EADI/Reprodução

 

Parceiro na organização do evento:

Apoio:

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O CEsA apresenta: CEsA Thinks 2022/2023 – Ciclo de Seminários | 13 de outubro de 2022 a 8 de fevereiro de 2023


O Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) e o ISEG – Lisbon School of Economics and Management, da Universidade de Lisboa (ULisboa), convidam para o Ciclo de Seminários CEsA Thinks 2022/2023. As apresentações visam promover discussões entre pares sobre a atual pesquisa conduzida por investigadores no âmbito do Desenvolvimento, com o objetivo de gerar contribuições e críticas aos trabalhos apresentados.

O Ciclo de Seminários CEsA Thinks 2022/2023 terá lugar de 13 de outubro de 2022 a 8 de fevereiro de 2023, uma quarta-feira por mês (a partir do dia 2 de novembro), das 18h às 19:30h (horário de Lisboa). Os encontros decorrerão em formato híbrido (presencial no ISEG, Sala 104, Francesinhas 2, e online via Zoom) e serão abertos ao público. Veja a programação completa no cartaz.

Organizadas pelos investigadores do CEsA Vincent Agulonye e Daniel Adayi, as apresentações do CEsA Thinks 2022 são sempre em inglês.

 

ENGLISH VERSION – The Centre for African and Development Studies (CEsA/CSG/ISEG/ULisboa) and the ISEG – Lisbon School of Economics and Management, of the University of Lisbon (ULisboa), invite to the CEsA Thinks 2022/2023 – Seminars. The presentations aim to promote peer discussions on current research conducted by researchers in the field of Development, with the aim of generating contributions and criticism of the works presented.

The CEsA Thinks 2022/2023 – Seminars will take place from October 13th, 2022 to February 8th, 2023, one Wednesday a month (from November 2nd), from 6pm to 7:30pm (Lisbon time). The meetings will take place in a hybrid format (in person at ISEG – Room 104, Francesinhas 2, and online via Zoom) and will be open to the public. See the full program in the poster.

Organized by the CEsA researchers Vincent Agulonye and Daniel Adayi, the CEsA Thinks 2022 presentations are in English.

 

CEsA Thinks 2022/2023

De 13 de outubro de 2022 a 8 de fevereiro de 2023, mensalmente, das 18h às 19:30h. | From October 13th, 2022 to February 8th, 2023, monthly, from 6pm to 7:30pm (Lisbon time).
Formato híbrido: presencial na Sala 104 (Francesinhas 2, ISEG, Lisboa), com transmissão online via Zoom (https://us06web.zoom.us/j/87919779125?pwd=cmtENi9lVWxRNjBCdHhXaDdCZ0lHUT09). | Hybrid format: face-to-face in Room 104 (Francesinhas 2, ISEG, Lisbon), with online broadcast via Zoom (https://us06web.zoom.us/j/87919779125?pwd=cmtENi9lVWxRNjBCdHhXaDdCZ0lHUT09).

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt)
Imagem: CEsA/Reprodução

EADI CEsA Lisbon Conference 2023 propõe mapear novos ritmos de desenvolvimento num cenário global de crises e desafios cada vez mais profundos


O CEsA tem o prazer de anunciar a realização da “EADI CEsA Lisbon Conference 2023: Towards New Rhythms of Development”, que terá lugar de 10 a 13 de julho de 2023 na Lisbon School of Economics and Management (ISEG), Universidade de Lisboa (ULisboa), em Lisboa, Portugal.

Clique no cartaz para fazer download

A Conferência visa repensar o desenvolvimento diante de mudanças cada vez mais profundas nas relações globais, nas desigualdades e nas formas de exclusão.

Em todo o mundo, os padrões globais estão intimamente interconectados: a crescente emergência climática, a pandemia global, os protestos contra injustiças sistémicas e estruturais e o aumento das desigualdades globais, entre outros. Essas tensões são um sinal de que as aspirações e os modos de vida humanos, bem como as perceções do que constitui o desenvolvimento, estão a responder para mitigar e superar as consequências adversas desses padrões e crises globais.

Faz-se, portanto, necessário considerar uma variedade de dados, evidências e pesquisas para identificar os principais desafios e desenvolver novos conceitos, métodos e políticas. A conferência de Lisboa pretende, assim, iluminar as várias causas e manifestações destes atuais desafios sem precedentes e explorar e mapear “novos ritmos de desenvolvimento”.

 

Chamada para sessões e painéis

A “EADI CEsA Lisbon Conference 2023: Towards New Rhythms of Development” torna pública a chamada para sessões e painéis, com prazo de submissão até ao dia 4 de setembro de 2022. A chamada está disponível em inglês no site do EADI, e foi traduzida para o português, abaixo.

Versão em Português da Chamada para Sessões e Painéis da “EADI CEsA Lisbon Conference 2023: Towards New Rhythms of Development”, originalmente publicada em inglês no site do EADI (clique aqui para aceder à chamada em inglês)

Diferentes formatos de painel

Procuramos proporcionar espaços de discussão, envolvimento, partilha, e cocriação entre convocadores, colaboradores e participantes. Por esse motivo, a conferência dá espaço para uma variedade de painéis e sessões diferentes:

Seed Panels

  • Estão incluídos na chamada aberta de resumos (abre em outubro de 2022)
  • Fornecer uma plataforma para apresentar trabalhos em curso e/ou ideias inovadoras
  • Não é necessariamente a apresentação de um trabalho completo
  • É esperado um feedback construtivo aos candidatos após a submissão de trabalhos, bem como durante a sessão

Harvest Panels

  • Estão incluídos na chamada aberta de resumos (abre em outubro de 2022)
  • Fornecer um espaço para apresentar a investigação concluída e os resultados da investigação
  • Os convocadores podem optar por tornar obrigatória a submissão de trabalhos completos, mas devem estar preparados para fornecer comentários adequados sobre os trabalhos submetidos
  • Solicita-se aos convocadores que explorem as possibilidades de publicação das contribuições

Workshop Sessions

  • Número limitado de participantes, com inscrição prévia
  • Não incluído no convite à chamada de resumos (call for abstracts)
  • As sessões podem ter:
    • Um foco académico
    • Um foco de prática de investigação
    • Um foco de competências
    • Um enfoque criativo

Roundtable Sessions

  • As sessões de mesa redonda (roundtable sessions) não estão incluídas na chamada de resumos (call for abstracts)
  • Os organizadores são responsáveis ​​por convidar os membros do painel e garantir fundos para a sua participação
  • As sessões de mesa redonda (roundtable sessions) podem ter um enfoque académico, prático, ou programático

Informação importante

Seed Panels, Harvest Panels e Roundtable Sessions podem ser organizados de forma híbrida, com participação presencial ou online. No entanto, note que os Workshops só podem ser organizados de forma presencial e não em formato híbrido.

Qualquer pessoa singular (convocador ou co-convocador) pode participar na organização de um máximo de dois painéis.

Para cada painel, pelo menos um (co)convocador deve estar presente fisicamente na conferência em Lisboa, ou seja, não é possível organizar um painel apenas convocado remotamente.

Observe que os painéis/sessões estão limitados a um máximo de dois horários (sujeito a aprovação com base em restrições logísticas).

Encorajamos os convocadores a visar sessões de painéis diversos e equilibrados em termos de género, com uma representação adequada de jovens académicos e académicos do Sul Global.

Financiamento

Para esta conferência, aplicamos uma abordagem de “financiamento coletivo”. Espera-se que todos os grupos de trabalho e instituições que se apresentem num painel e participem da Conferência sejam autofinanciados. Isto refere-se ao pagamento das taxas de inscrição, à organização de viagens com oradores do Sul Global e, possivelmente, à partilha de custos para os organizadores do painel, para o fornecimento de equipamento técnico especial. A EADI fornecerá um sistema online de gestão de painéis e trabalhos a todos os organizadores de painéis e grupos de trabalho, a fim de criar um programa de conferência online com todos os trabalhos e apresentações disponíveis para download.

Envio de propostas e contato

As propostas podem ser submetidas até 4 de setembro de 2022.

Para enviar uma proposta, preencha o formulário da Microsoft (ACESSE AQUI)

Importante: por favor, seja o mais completo possível nos detalhes a fornecer sobre a sessão.

Para qualquer dúvida, poderá entrar em contato com a equipa da conferência em: conference2023@eadi.org

 

Faça o download do pdf da Chamada para Sessões e Painéis em português (clique AQUI)

Autor: Comunicação CEsA (comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt) com informações do EADI
Imagem: CEsA/EADI/Reprodução

 

Parceiro na organização do evento:

Apoio:


ISEG - Lisbon School of Economics and Management

Rua Miguel Lupi, nº20
1249-078 Lisboa
Portugal

  +351 21 392 5983 

   comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt