Existem 327 Termos neste glossario. novo termo
Todos a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z
Pagina:  « Anterior ... 3 4 5 6 7... Seguinte »
entradas
artigo
palavras chave: agricultura, desenvolvimento rural, regiões tropicais

O interesse crescente do Instituto Superior de Agronomia (ISA) pelas questões relacionadas com o desenvolvimento, em particular com o desenvolvimento rural, complementado pela importância que o combate à pobreza, à fome e à doença culminou na criação do CENTROP – Centro de Estudos Tropicais para o Desenvolvimento em 2004. Reconhecida desde 2009 como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, a organização tem como objectivos principais a promoção e apoio ao desenvolvimento sustentável em regiões tropicais através da participação em projectos de desenvolvimento, da investigação científica, da realização de estudos sobre agricultura e o Desenvolvimento Rural, e da divulgação de temas e acções de formação relacionadas com o desenvolvimento técnico, económico e social.

A sua acção desenvolve-se através da participação em projectos de desenvolvimento, da investigação científica e da realização de estudos sobre a agricultura e o desenvolvimento rural.

PROJECTOS

Nesse sentido, a CENTROP iniciou em 2008 um programa de Apoio à Formação Avançada de Quadros do Ministério da Agricultura de Angola. Ainda em Angola, o centro lançou o Programa de Desenvolvimento Agrícola e Rural que visa contribuir para a melhoria das condições de vida e de trabalho da população camponesa de Angola, através do apoio ao Plano de Extensão e Desenvolvimento Rural.

Em Cabo Verde, o CENTROP está a apoiar a implementação de um programa de mestrado em Agronomia e Recursos Naturais na Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

O IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento é o principal financiador da instituição. Os relatórios de actividades e de contas encontram –se disponíveis no site da CENTROP.

CONTACTOS

Instituto Superior de Agronomia, Tapada da Ajuda

1349-017 Lisboa

Telefone: (+351) 213 653 128

Fax: (+351) 213 653 195

E-mail: centrop@isa.ulisboa.pt

Site: www.centrop.org

artigo
palavras chave: cultura, integração social, jovens

O Chapitô é uma associação de direito privado e sem fins lucrativos que tem como objectivo principal a integração social de jovens através das artes. É um espaço de acolhimento, de acompanhamento e ponto de partida para a integração, em que a área Social se cruza com as áreas Cultural e Formativa.

Hoje em dia, o Chapitô é uma Instituição com obra reconhecida nas áreas do cultural, do social e da formação.

PROJECTOS

Ao longo das últimas décadas, o Chapitô tem desenvolvido trabalho de animação sócio-formativa, com os jovens dos Centros Educativos da Bela Vista e Navarro de Paiva, em situação de tutela do Tribunal de Menores.

O primeiro projecto da instituição foi a criação da Escola de Circo Mariano Franco, no Bairro Alto. Em 1986, iniciou um trabalho de intervenção na área da Justiça, junto dos meninos do ex-COAS (Centro de Observação e Acção Social) sendo pioneira neste campo de acção sócio-educativa.

Criou a Residência Aberta – Casa do Castelo, que acolhe temporariamente os jovens, com quem a instituição trabalha, oferecendo apoio psicológico, jurídico, e promovendo a formação e integração no mercado de trabalho. Cada jovem é encarado nas suas várias dimensões e apoiado na construção de um projecto de vida sustentável.

Na área social e educacional existe ainda o Centro de Acolhimento Infantil João dos Santos que acolhe diariamente crianças, na sua maioria oriundas de famílias carenciadas e o Projecto ATL Jovem – Porta Aberta onde são desenvolvidas uma série de actividades, proporcionando aos jovens e crianças momentos de aprendizagem informais, através de práticas culturais e educativas.

A Área de Formação sustenta e corporiza a intervenção da organização que tem como singularidade a animação pelas artes circenses. Já a Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo e os Cursos de Fim de Tarde (EPAOE) são o campo nuclear da intervenção, que deseja criar laços de aprendizagem, ao longo da vida. Nesta área, para além da educação formal, o Chapitô proporciona aos alunos da EPAOE uma formação não-formal através de workshops, conferências, colóquios, debates e experiências com profissionais de diversas áreas artísticas.

A Área cultural é uma das vocações do Chapitô, centrada na cidadania activa; nas artes circenses e performativas, é uma componente de grande importância no projecto e em intenso cruzamento com as outras Áreas. Os pólos mais evidentes da área cultural são a Companhia Profissional, a Produção de Espectáculos e Animações, a Produção Audiovisual e o Centro de Documentação e Biblioteca.

CONTACTOS

Rua Costa do Castelo, 1 a 7

1100-176 Lisboa

Telefone: (+351) 218 878 225

Fax: (+351) 218 861 463

E-mail: mail@chapito.org

Site: www.chapito.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

artigo
palavras chave: cooperação internacional, países lusófonos

A CIC-Portugal, Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura é uma ONG, vocacionada para a cooperação internacional, numa óptica de desenvolvimento integrado e sustentável, bem como para a intervenção social junto das populações mais fragilizadas. Criada em 1992, é membro da Plataforma Portuguesa das ONGD e está registada, desde 1998, no Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se em Lisboa.

A organização tem por objectivo principal desenvolver acções de Cooperação, Intercâmbio e Cultura nos domínios das especialidades científicas e técnicas dos seus membros, em Portugal e com países em desenvolvimento. Está envolvida em projectos de Cooperação para o Desenvolvimento em países como Angola, Cabo Verde e Moçambique e em projectos de Intervenção Social em território português.

PROJECTOS

Desde a sua formação, a CIC desenvolveu já cerca de 180 projectos em Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Honduras, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Senegal, Timor e Portugal, mantendo como princípios orientadores da sua intervenção, o conhecimento e o respeito pelas diferentes culturas, independentemente das suas características étnicas, religiosas, ou outras.

Atenta aos problemas da sociedade portuguesa, em 1998 a CIC-Portugal alargou a sua actividade a projectos de intervenção social na área da grande Lisboa. Neste âmbito, implementou diversos projectos que em muito têm contribuído para promover a (re)inserção de pessoas excluídas e/ou em riscos de exclusão social e profissional, nomeadamente, desde 2001, o projecto Orientar e a Residência de Alcântara e o GIP Orientar, implementado em 2009. Através do programa Orientar, a CIC fez parte do Grupo de Trabalho para a Pessoa Sem Abrigo (PSA) que, no âmbito da Rede Social de Lisboa, elaborou o Plano de Cidade para a intervenção junto desta população, tendo sido, de igual modo, uma das instituições convidadas a integrar a Plataforma PSA, que tem por missão assegurar os mecanismos que permitam dar continuidade e sustentabilidade aos resultados e impactos deste Plano de Cidade, em estreita relação com o CLAS de Lisboa.

Em Angola, a CIC-Portugal iniciou a sua actividade, em 1992, mais precisamente em Luanda no Municípo de Rangel com a recuperação física e funcional dos dois Centros de Saúde daquele bairro - Terra Nova e Rangel. Em 1993, a Associação estendeu a sua actividade aos Hospitais de Caxito e de Catete e posteriormente à Província do Uíge, onde desenvolveu um importante trabalho na área da saúde. Nos últimos 16 anos de actividade da CIC-Portugal em Angola foram desenvolvidos 88 projectos de ajuda humanitária de urgência, de reabilitação e de desenvolvimento. Inicialmente nas áreas da saúde e da ajuda alimentar, evoluindo para as áreas da educação, da formação profissional e do fomento agrícola.

Já em Cabo Verde, a organização lançou um projecto na área da Educação – o Escola Feliz II – melhorando o nível de ensino do Município de Santa Catarina, Ilha de Santiago através da formação pedagógica dos gestores escolares e da formação pedagógica e científica dos professores do Ensino Básico Integrado.

No que diz respeito a Moçambique, a intervenção da organização está relacionada com campanhas de solidariedade e envio de donativos, desde produtos alimentares a roupa e material escolar.

Os relatórios de actividades e contas não se encontram disponíveis para consulta no site da instituição.

CONTACTOS

Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, n.º 61 C, esct 11

1070-061 Lisboa

Telefone: (+351) 213 857 141

Fax: (+351) 213 858 151

Telemóvel: (+351) 916 611 202 ou (+351) 919 810 029

E-mail: cic.geral@netcabo.pt, cicportugal@cicportugal.pt

Site: www.cicportugal.pt

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

artigo
palavras chave: a determinar
NOTA:

ONGD sem informação disponível online

CONTACTOS

Rua dos Poiais de S. Bento, 120 A

1200-350 Lisboa

Telefone: (+351) 213 901 362

Fax: (+351) 213 904 431

E-mail: geral@esc-rights.org

artigo
palavras chave: cooperação,desenvolvimento,juventude,cidadania

Criado em 1985, o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) consiste na representação de organizações de juventude de âmbito nacional. Essas organizações englobam diversas áreas, sendo elas de cariz cultural, ambiental, partidárias, estudantis, sindicalistas e confessionais.

O CNJ abrange múltiplas áreas de trabalho, como o associativismo e participação juvenil (consiste na participação dos jovens na definição das políticas que lhes dizem directamente respeito), educação (é de máxima importância o reconhecimento do papel educativo das associações juvenis), emprego e assuntos sociais (estes dois temas não podem deixar de fazer parte das áreas de trabalho do CNJ porque o Emprego é uma realidade que diz respeito a todos os jovens, sejam eles estudantes, empregados ou desempregados), ambiente, saúde e qualidade de vida (relativamente ao Ambiente e Qualidade de Vida trabalham-se as questões como o trabalho de sensibilização e consciencialização das populações em geral e dos jovens em particular e a educação para um consumo responsável e sustentável), relações internacionais (o Conselho Nacional de Juventude tem de desenvolver o seu papel fora de Portugal, assim sendo as Relações Internacionais não podem deixar de constituir uma das suas áreas de trabalho, contribuindo para a sua formulação, execução, avaliação e divulgação), bolsa e formadores (a Bolsa de Formadores do Conselho Nacional de Juventude é uma ferramenta de implementação de processos educativos do CNJ).

OBJECTIVOS

O Conselho Nacional de Juventude apresenta um vasto conjunto de objectivos, como por exemplo constituir uma plataforma de diálogo e troca de opiniões entre as organizações e conselhos de juventude (promovendo o debate), contribuir para o incentivo e desenvolvimento do associativismo juvenil, reivindicar o direito à consulta sobre todos os assuntos que respeitem à juventude portuguesa em geral, colaborar com os organismos da Administração Pública através da realização de estudos e informações relacionados com interesses juvenis, apoiar técnica e cientificamente as organizações de juventude e os conselhos regionais de juventude aderentes, promover o diálogo e intercâmbio com organizações estrangeiras, publicar e apoiar a divulgação de trabalhos sobre a juventude.

Após a enumeração destes objectivos e a própria definição de Conselho Nacional da Juventude constata-se que este promove a cooperação para o desenvolvimento. Entende-se por cooperação para o desenvolvimento um conjunto de operações com o objectivo primordial de aumentar o nível de conhecimento da população, bem como as suas qualificações, competências e bem-estar.

PARCEIROS DA CNJ

O Conselho Nacional da Juventude possui diversos parceiros, sendo eles: Fórum europeu da juventude, Instituto da droga e toxicodependencia, Campanha do milenbio das nações unidas, conselho nacional de educação, Campanha todos diferentes todos iguais, Campanha pela diversidade contra a discriminação, Fundação para a divulgação das tecnologias de informação, centro Norte Sul do conselho da europa, comissão para a cidadana e igualdade de género, Alto comissário para a imigração e diálogo intercultural, Instituto portugues de apoio ao desenvolvimento.

BIBLIOGRAFIA

_ Afonso, Maria Manuela & Fernandes, Ana Paula (2005) “Introdução para a cooperação internacional”, Lisboa;

_ Sangreman, Carlos (2009) “A teoria da cooperação internacional para o desenvolvimento e o estado da arte da cooperação portuguesa”, colecção de documentos de trabalho, nº80, Lisboa

SITE

www.cnj.pt

AUTORIA

Catarina da Cruz Silva

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, da licenciatura em Administração Pública, da Universidade de Aveiro

artigo
palavras chave: projectos, IMVF, Educação para o Desenvolvimento, Políticas para Desenvolvimento, Portugal

O projecto Coerência.pt – O Desafio do Desenvolvimento é um projecto do IMVF - Instituto Marquês de Valle-Flôr que pretende contribuir para a erradicação da pobreza, promovendo a Coerência das Políticas para o Desenvolvimento através da sensibilização e monitorização de decisores políticos, funcionários públicos, organizações não governamentais para o Desenvolvimento e opinião pública em geral.

Trata-se de uma iniciativa de várias ONG europeias, entre as quais o IMVF, co-financiado pela Comissão Europeia e pelo IPAD.

Consulte o site Coerência.pt.

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: Cooperação Descentralizada; objectivos; riscos; vantagens

O conceito de Cooperação Descentralizada surge nos finais da década de 80, mais precisamente em 1989, com a Convenção de Lomé IV, que defendia uma maior participação e envolvimento da sociedade civil e dos países receptores, na promoção do desenvolvimento interno. Igualmente, a constatação que a visão tradicional de Cooperação estava ultrapassada e se revelava insuficiente face ao contexto internacional, já que até então era entendida como uma relação exclusiva entre dois agentes (governos e administrações centrais); a necessidade de criar e estabelecer mecanismos de fiscalização, de transparência; e, igualmente, a constatação que as políticas estabelecidas no âmbito de um “menos Estado” conduziam, progressivamente, a um “esvaziamento” da Cooperação, desnorteando-a dos seus próprios princípios e conduzindo a um desfalecimento dos objectivos para os quais foi concebida e segmentada, foram outros dos factores que estiveram na origem desta forma de Cooperação.

Porém, apesar do conceito de Cooperação Descentralizada se encontrar institucionalizado há mais de duas décadas, sendo que o mesmo veio a ser “reforçado”, posteriormente, com o Acordo de Cotonou em 2000, a ambiguidade em relação ao seu entendimento é ainda uma constante, dado que se encontra por diversas vezes associado a uma forma de Cooperação mais directa entre os doadores e as organizações não governamentais ou as comunidades locais à margem do Estado, ou simplesmente, entre os actores e os doadores de natureza descentralizada (João, 2007 in Pinto e Pinheiro, (2007).

Todavia, apesar da ambiguidade que o caracteriza e das diversas definições que são possíveis de observar ao longo dos estudos publicados, a definição das autoras Maria Afonso e Ana Fernandes (2005), é a que melhor traduz esta forma de Cooperação. Segundo as mesmas, '(...) a cooperação descentralizada consiste na cooperação realizada por entidades sub-estatais (municípios, regiões, instituições de ensino, entre outras), isto é, entidades que não fazem parte da Administração Central do Estado. Este tipo de cooperação constitui uma nova abordagem da cooperação, que tem como características principais as seguintes: descentralização das iniciativas e da relação com os países em desenvolvimento; inclusão de uma grande variedade de novos actores da sociedade civil e, por fim, uma participação activa dos beneficiários, dos países em vias de desenvolvimento (...)'.

Efectivamente, '(...) a Cooperação descentralizada reflecte uma nova orientação do papel do Estado, da participação e protagonismo dos beneficiários, e um maior apoio ao envolvimento da sociedade civil no desenvolvimento (...)' (Ministério dos Negócios Estrangeiros, 2006: 40).

Desta forma, e ao envolver actores não estatais, como as Organizações Não Governamentais de Desenvolvimento (ONGD); as associações de base e de interesse nos domínios social, económico ou cultural; os municípios e as associações inter-municipais; os governos regionais, ... a Cooperação descentralizada faz-se acompanhar por objectivos como: ter em atenção as necessidades essenciais e efectivas das populações; desenvolver esforços no sentido da própria sociedade civil ser mais participativa ao nível do sistema político que a envolve, reforçando assim o conceito de cidadania; fomentar meios que conduzam a um desenvolvimento económico e humano, que paute pela sustentabilidade e pela equidade ao nível das populações locais. Subjacente ainda, aos novos actores, às novas formas de Cooperação (projectos desenvolvidos pelas ONGD, ...) que se têm “revelado” nos últimos anos, no “quadro” da Cooperação para o Desenvolvimento, é indubitável as vantagens inerentes à Cooperação Descentralizada.

De facto, assiste-se a uma maior proximidade entre o governo e o governado; a uma independência face aos órgãos de soberania; a uma contribuição específica para a ocorrência de um fenómeno de descentralização e de democratização; a melhores condições para o desenvolvimento de parcerias locais e horizontais; a um campo muito mais amplo ao nível da criatividade e capacidade de risco, bem como uma maior flexibilidade e rapidez associada à existência de custos fixos mais baixos.

Por outro lado, esta forma de Cooperação, encerra em si mesma, riscos que não podem ser menosprezados. Riscos esses, que são o resultado da existência, da predominância de actores não estatais. De facto, com a Cooperação Descentralizada incorre-se no risco de um possível “esvaziamento” da própria entidade estatal, assim como das suas funções (o papel do Estado é colocado em causa); numa probabilidade de se limitar, apenas, a alterar o nome a anteriores conceitos e práticas; no fomento de novos espaços que conduzem a novas burocracias, assim como ao surgimento de novas elites que não seja passível de qualquer tipo de controlo democrático; no agravamento de conflitos entre os indivíduos provocado pelas disputas de recursos; e numa perda ao nível do poder interno.

BIBLIOGRAFIA E NETOGRAFIA
  1. Afonso, M. e Fernandes, A. (2005), “abCD Introdução à Cooperação para o Desenvolvimento”, Lisboa Instituto Marquês de Valle Flôr e Oikos - Cooperação e Desenvolvimento;
  2. Barroso, José Manuel Durão (1990), “Política de Cooperação”, Biblioteca diplomática”, Lisboa, MNE;
  3. Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (2006), “Glossário da Cooperação”, Lisboa, IPAD;
  4. Proença, Fátima (2009), “Cooperação Descentralizada: entre Norte e Sul, reequilibrar poderes, reforçar solidariedades, favorecer mudanças”, Lisboa, ACEP;
  5. Sangreman, Carlos (2009), “A Cooperação Descentralizada e as dinâmicas em países africanos – os casos de Cabo Verde e da Guiné-Bissau”, Lisboa, Cesa e ACEP;
  6. Silva, António et al (1986), “A Cooperação portuguesa: balanço e perspectivas à luz da adesão à C.E.E. e do alargamento da convenção de Lomé III”, Lisboa, Instituto de Estudos para o Desenvolvimento;
  7. Schor, Patrícia (2009), “Dinâmicas de cooperação entre ímpares: ACEP face ao Norte-sul, Cooperação Descentralizada”, Lisboa, ACEP;
  8. HEOGA – Diccionario de Acción Humanitaria y Cooperación al Desarollo – Cooperación descentralizada: http://www.dicc.hegoa.ehu.es/listar/mostrar/42
AUTORIA

Raquel Faria

Licenciada em Administração Pública – menor em Ciência Política, mestre em Ciência política, doutoranda em Altos Estudos em História – Época Contemporânea. Investigadora auxiliar no Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CEsA), Instituto Superior de Economia e Gestão de Lisboa, designadamente nos projectos: Dinamização do Fórum da Cooperação para o Desenvolvimento, Memória de África e do Desenvolvimento e Memória do Oriente/Goa.

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

Pagina:  « Anterior ... 3 4 5 6 7... Seguinte »
regulamento