{"id":226,"date":"2019-02-05T15:09:00","date_gmt":"2019-02-05T15:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/?p=226"},"modified":"2020-06-09T17:32:32","modified_gmt":"2020-06-09T17:32:32","slug":"ciclo-de-conversas-afro-port-afrodescendencia-em-debate","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/ciclo-de-conversas-afro-port-afrodescendencia-em-debate\/","title":{"rendered":"Ciclo de conversas AFRO-PORT: Afrodescend\u00eancia em debate"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Evento realizado a 2 de outubro de 2018 em parceria com o Coletivo Andorinha <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As <em>Conversas AFRO-PORT: Afrodescend\u00eancia em\ndebate<\/em>, pretendem ser espa\u00e7os seguros de encontro para o encontro de\npessoas e movimentos negros-africanos em Portugal, promovendo a reflex\u00e3o e\ndiscuss\u00e3o sobre os diferentes usos do termo <em>afrodescendente<\/em>.\nComo ponto de partida para esta conversa, propomos quest\u00f5es tais como: <\/p>\n\n\n\n<ol><li>O que significa ser\nafrodescendente em Portugal? Quem cabe neste termo? Quem usa e quem reivindica?<\/li><li>Estamos face \u00e0 uma\ncategoria social? Como pensam e se posicionam os movimentos negros-africanos em\nPortugal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 afrodescend\u00eancia?<\/li><li>Afrodescendente: um\nsimples termo ou um quadro conceptual?<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Estas e outras quest\u00f5es estar\u00e3o na base da discuss\u00e3o com um painel de mulheres e homens negras com reflex\u00e3o e diferentes tipos de conhecimento produzido sobre estas tem\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-center\"><strong> Convidados <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-3 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-1 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-medium is-style-circle-mask\"><img width=\"300\" height=\"278\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image4-2-300x278.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-235\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image4-2-300x278.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image4-2.jpg 344w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-2 wp-block-column coluna-dir\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>Ana Cristina Pereira<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Investigadora\nDoutoranda, CECS \u2014 Universidade do Minho<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ana Cristina Pereira (tamb\u00e9m conhecida como Kitty Furtado) aguarda defesa da tese de doutoramento em Estudos Culturais intitulada <em>Alteridade e identidade na fic\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica em Portugal e em Mo\u00e7ambique<\/em>, no Centro de Estudos de Comunica\u00e7\u00e3o e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho, pelo qual \u00e9 bolseira FCT. Tem como principais interesses de investiga\u00e7\u00e3o: racismo, identidade social, representa\u00e7\u00f5es sociais e mem\u00f3ria cultural no cinema p\u00f3s-colonial, sobre os quais tem editados v\u00e1rios artigos cient\u00edficos em publica\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais. \u00c9 membro do projeto <em>Mem\u00f3ria, Culturas e Identidades: o passado e o presente das rela\u00e7\u00f5es interculturais em Mo\u00e7ambique e Portugal<\/em>, financiado pela FCT e pela Funda\u00e7\u00e3o Aga Khan e tamb\u00e9m do projeto <em>A margem do cinema portugu\u00eas: estudo sobre o cinema portugu\u00eas afrodescendente<\/em> produzido em Portugal, financiado pela Funda\u00e7\u00e3o Gulbenkian.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"top-spacing\"><strong>Ana Tavares<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Investigadora\nDoutoranda, CECS \u2014 Universidade do Minho<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Tavares, filha de cabo-verdianos, nasce em Lisboa em 1991. No percurso da sua vida, passada em Portugal, sente-se conectada a Cabo Verde e \u00e0 cultura cabo-verdiana atrav\u00e9s dos seus pais e fam\u00edlia, contudo nunca chega a aprender o crioulo. Nessa tentativa de se encontrar, decide fazer o seu trabalho de investiga\u00e7\u00e3o de mestrado na cidade da Praia, o que resulta de um aprofundamento da hist\u00f3ria colonial e da luta anti-racista. Agora, arquiteta, pretende, a partir da sua pr\u00e1tica profissional, trabalhar no sentido de combater as desigualdades e injusti\u00e7as existentes. Foi membro do NARP (N\u00facleo Anti-racista do Porto).<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-6 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-4 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-circle-mask\"><img width=\"330\" height=\"327\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-233\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image3.jpg 330w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image3-300x297.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image3-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-5 wp-block-column coluna-dir\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>Ana Tica <\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Afrodescendente licenciada em Anima\u00e7\u00e3o Sociocultural e mestranda em Gest\u00e3o de Organiza\u00e7\u00f5es de Economia Social.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ana Tica nasceu em\nLisboa, em 1979, e \u00e9 de origem cabo-verdiana. \u00c9 Atua desde 2001 em movimentos\nanti-racistas e em projetos de combate \u00e0 exclus\u00e3o social. Parte do seu trabalho\ntem incidido o sobre o Artivismo como ferramenta de produ\u00e7\u00e3o de subjetividades.\nRealizou em 2006, a Iniciativa Juvenil Putos Qui ata Cria, galardoada como boa\npr\u00e1tica pelo Comissariado Europeu para a Educa\u00e7\u00e3o, Forma\u00e7\u00e3o, Cultura e\nJuventude, e, em 2011 realizou o filme document\u00e1rio N\u00f4s Terra, centrado no\nprocesso de constru\u00e7\u00e3o de um contra discurso protagonizado por jovens negros\nportugueses. <\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-9 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-7 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-circle-mask\"><img width=\"344\" height=\"336\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image8.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-236\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image8.jpg 344w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image8-300x293.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 344px) 100vw, 344px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-8 wp-block-column\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>Evalina Dias <\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Gestora de projetos, Djass &#8211; Associa\u00e7\u00e3o de Afrodescendentes<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Portuguesa de origem\nafricana (Guin\u00e9-Bissau) \u00e9 licenciada em Gest\u00e3o e Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica\n(especializa\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o de Recursos Humanos) pelo ISCSP e mestre em Estudos\ndo Desenvolvimento (especializa\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Sustent\u00e1vel) pelo ISCTE.<\/p>\n\n\n\n<p>Conta com larga\nexperi\u00eancia profissional em cargos administrativos e de assessoria\ndesempenhados na Faculdade de Ci\u00eancias da Universidade de Lisboa e no\nParlamento Europeu (Bruxelas e Lisboa). Recentemente exerceu fun\u00e7\u00f5es de consultoria\nem desenvolvimento comunit\u00e1rio na Funda\u00e7\u00e3o Aga Khan Portugal. Ativista pelos\ndireitos humanos e das popula\u00e7\u00f5es migrantes em Portugal, \u00e9 fundadora e\nvice-Presidente da associa\u00e7\u00e3o Djass\u2014Associa\u00e7\u00e3o de Afrodescendentes e membro em\norganiza\u00e7\u00f5es que promovem a defesa dos direitos das mulheres, comunidade LGBT e\nrefugiados. Considera como valores fundamentais a justi\u00e7a, a igualdade e a\nequidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-12 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-10 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-circle-mask\"><img width=\"345\" height=\"346\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-237\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image1.jpg 345w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image1-300x300.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 345px) 100vw, 345px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-11 wp-block-column\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>Rui Landim<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Afrodescendente. <\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Nasceu em Vila Franca de Xira &#8211; Lisboa em 1991. Identifica-se como cabo-verdiano de corpo e alma. Encontra-se neste momento a acabar a licenciatura em Estudos Africanos, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.. Vai trilhando aos poucos com dedica\u00e7\u00e3o e alguns sobressaltos o seu caminho enquanto filho da di\u00e1spora. Desde de 2014 que tem procurado atuar junto das comunidades afrodescendentes e tamb\u00e9m junto da academia tentando promover um pensamento cr\u00edtico e afrocentrado. Foi tamb\u00e9m coordenador do N\u00facleo de Estudos e Estudantes Africanos da Faculdade de Letras. N\u00facleo esse que tinha como principais objectivos promover \u00c1frica nas suas v\u00e1rias vertentes art\u00edsticas e culturais, abrir caminho para o debate de assuntos gerais sobre \u00c1frica que a imprensa em geral e a academia em Portugal ignoravam e criar um espa\u00e7o de integra\u00e7\u00e3o e uni\u00e3o entre os alunos africanos da Faculdade. Neste momento trabalha na \u00e1rea do investimento imobili\u00e1rio, e tem v\u00e1rios projectos em fase embrion\u00e1ria virados para a comunidades de afrodescendentes.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-15 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-13 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-circle-mask\"><img width=\"323\" height=\"315\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image14.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-238\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image14.jpg 323w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image14-300x293.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 323px) 100vw, 323px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-14 wp-block-column\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>V\u00e2nia Gala<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Core\u00f3grafa e investigadora doutoranda, Kingston University, Londres<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>V\u00e2nia Gala \u00e9 core\u00f3grafa e investigadora, residente em Londres. Tem um bacherelato em Dan\u00e7a pela EDDC (European Dance Development Center, Arnhem) e um Mestrado em Coreografia com Distin\u00e7\u00e3o pelo Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance (Londres). \u00c9 doutoranda na Kingston School of Arts e bolseira da PASS (Kingston University). As suas coreografias e mesas conversacionais exploram o potencial cr\u00edtico do desaparecimento, opacidade e evas\u00e3o em coregrafia no tempo presente. Em 2005 recebeu o pr\u00eamio de \u201cMelhor Performance Feminina\u201d no Dublin Fringe Festival. Em 2007 actuou no 1\u00ba Pavilh\u00e3o Africano na Bienal de Veneza. Recentes cria\u00e7\u014des incluem \u201cCooling Down Signs\u201d uma comiss\u00e3o Pan-Europeia da Beyond Front@ apresentada no Dance Week Festival (Cro\u00e1cia), D.I.D (\u00c1ustria), Front@ Festival (Eslov\u00e9nia), Bakelit (Hungria). Em 2019 recebeu o pr\u00e9mio de Melhor Coreografia do Pr\u00e9mio Guia de Teatros pela sua colabora\u00e7\u00e3o com a companhia teatro Griot. Colaborou como performer com Les Ballets C. de La B., Constanza Macras e Sonia Boyce. Os seus trabalhos foram apresentados em Angola, Portugal, Noruega, Alemanha, Irlanda, Reino Unido, Austria e Federa\u00e7\u00e3o Russa.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-18 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-16 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-circle-mask\"><img width=\"371\" height=\"371\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-239\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image2.jpg 371w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image2-300x300.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image2-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-17 wp-block-column\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>V\u00edtor Gon\u00e7alves (Tito)<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Artista, m\u00fasico, empreendedor<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Nasceu em Lisboa poucos meses depois da Revolu\u00e7\u00e3o, filho de pais Cabo-verdianos, passou sua inf\u00e2ncia e juventude na cidade da Praia,&nbsp;em Cabo Verde.&nbsp;Viajou para Europa, Am\u00e9rica do Norte e do Sul e regressou em Lisboa, estavelmente, cinco anos atr\u00e1s para come\u00e7ar o seu pr\u00f3prio projeto cultural. Hoje \u00e9 gerente de um pequeno atelier em Mouraria onde organiza eventos musicais e art\u00edsticos, focando e refletindo sobre a africanidade da cidade de Lisboa e suas conex\u00f5es com Cabo Verde e outros pa\u00edses Africanos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-21 wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-container-19 wp-block-column\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-circle-mask\"><img width=\"377\" height=\"410\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image12.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-240\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image12.jpg 377w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image12-276x300.jpg 276w\" sizes=\"(max-width: 377px) 100vw, 377px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-container-20 wp-block-column\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<h4><strong>Moderador &#8211;  Sadiq Habib<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Investigador do projecto AFRO-PORT<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Nascido na\nLisboa dos anos 80 no seio de uma rec\u00e9m-chegada fam\u00edlia-comunidade\nindiana-mu\u00e7ulmana, com ra\u00edzes em Mo\u00e7ambique e no Gujarat, as pr\u00e1ticas de\ninterpreta\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o intercultural inerentes a uma exist\u00eancia minorit\u00e1ria\nconduziram-no a uma licenciatura em antropologia pela Faculdade de Ci\u00eancias\nSociais e Humanas em 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<br>\nDesde ent\u00e3o, adoptou como objeto de pesquisa central as di\u00e1sporas mu\u00e7ulmanas no\nOcidente, visando o auto-conhecimento e a resposta ao ao clima crescentemente\nislamof\u00f3bico do p\u00f3s-11 de Setembro. Tendo terminado uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em\nMigra\u00e7\u00f5es, Inter-Etnicidades e Transnacionalismo em 2012, obteve no mesmo ano\numa bolsa completa para um programa interdisciplinar em Estudos Isl\u00e2micos e\nHumanidades no Instituto de Estudos Ismailis em Londres, que completou em 2015\ncom a obten\u00e7\u00e3o de um mestrado em Pensamento Pol\u00edtico Comparativo pela SOAS\n(School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres). <\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2018, \u00e9\ndoutorando na mesma institui\u00e7\u00e3o, em Religi\u00f5es e Filosofias, onde investiga a\nreconstru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria de jovens adultos Ismailis em Lisboa, \u00e0 luz dos\nenovelamentos entre esta comunicadade mu\u00e7ulmana e o colonialismo e\np\u00f3s-colonialismo portugu\u00eas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-center top-spacing\"><strong>Registo do evento<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img width=\"960\" height=\"640\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-241\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image7.jpg 960w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image7-300x200.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/image7-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption>Foto: Kitty Furtado <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento realizado a 2 de outubro de 2018 em parceria com o Coletivo Andorinha As Conversas AFRO-PORT: Afrodescend\u00eancia em debate, pretendem ser espa\u00e7os seguros de encontro para o encontro de pessoas e movimentos negros-africanos em Portugal, promovendo a reflex\u00e3o e discuss\u00e3o sobre os diferentes usos do termo afrodescendente. 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