{"id":1046,"date":"2022-11-17T16:16:21","date_gmt":"2022-11-17T16:16:21","guid":{"rendered":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/?p=1046"},"modified":"2022-11-18T15:16:22","modified_gmt":"2022-11-18T15:16:22","slug":"projeto-afro-port-chega-ao-fim-e-deixa-legado-pioneiro-na-investigacao-sobre-a-afrodescendencia-em-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/projeto-afro-port-chega-ao-fim-e-deixa-legado-pioneiro-na-investigacao-sobre-a-afrodescendencia-em-portugal\/","title":{"rendered":"Projeto AFRO-PORT chega ao fim e deixa legado pioneiro na investiga\u00e7\u00e3o sobre a afrodescend\u00eancia em Portugal"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>O AFRO-PORT, projeto de investiga\u00e7\u00e3o do CEsA com recursos da FCT, investigou a afrodescend\u00eancia em Portugal, de 2018 a 2022. O ciclo de encerramento teve lugar no m\u00eas de setembro e contou com a apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados do estudo sobre o perfil das organiza\u00e7\u00f5es de afrodescendentes na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa, al\u00e9m do lan\u00e7amento de uma edi\u00e7\u00e3o especial da Revista Portuguese Literary and Cultural Studies e do document\u00e1rio \u201c3&#215;4 Afroportugu\u00eas: Retratos de uma identidade plural\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02608-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1048\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02608-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02608-300x200.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02608-768x512.jpg 768w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02608-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02608-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Mesa de abertura da primeira sess\u00e3o do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT: S\u00f3nia Frias (em p\u00e9), membro da Dire\u00e7\u00e3o do CEsA, Inoc\u00eancia Mata (\u00e0 mesa, \u00e0 esquerda), co-coordenadora do AFRO-PORT, Iolanda \u00c9vora (\u00e0 mesa, centro), coordenadora do AFRO-PORT, e Aurora Almada e Santos (\u00e0 mesa, \u00e0 direita), investigadora do Instituto de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea (Universidade Nova de Lisboa)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O ciclo de encerramento do <strong>Projeto AFRO-PORT \u2013 \u201cAfrodescend\u00eancia em Portugal: sociabilidades, representa\u00e7\u00f5es e din\u00e2micas sociopol\u00edticas e culturais. Um estudo na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa (CEsA\/ISEG\/ULisboa, FCT\/PTDC\/SOC-ANT\/30651\/2017)\u201d<\/strong> teve lugar nos dias 16 e 21 de setembro de 2022, na C\u00e2mara Municipal de Lisboa e no Centro Cultural de Carnide, respetivamente. O AFRO-PORT foi um projeto de investiga\u00e7\u00e3o do CEsA sob <a href=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/#equipa\">coordena\u00e7\u00e3o da professora Iolanda \u00c9vora (CEsA\/CSG\/ISEG\/ULisboa) e com a co-coordena\u00e7\u00e3o da professora Inoc\u00eancia Mata (LAC\/ULisboa e CEComp\/FLUL\/ULIsboa)<\/a>, com recursos da FCT, que se destacou como <strong>pioneiro na investiga\u00e7\u00e3o da afrodescend\u00eancia em Portugal<\/strong>, de 2018 a 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>O AFRO-PORT centrou-se na investiga\u00e7\u00e3o da afrodescend\u00eancia em Portugal com o objetivo principal de identificar os processos de afirma\u00e7\u00e3o para a conquista de direitos. Outros objetivos foram: caracterizar os afrodescendentes da \u00c1rea Metropolitana de Lisboa no cen\u00e1rio social portugu\u00eas, interrogar sobre a emerg\u00eancia dos afrodescendentes como um novo coletivo e o seu estatuto e lugar na sociedade, compreender os mecanismos que excluem os afrodescendentes e, em simult\u00e2neo, identificar os processos de conquista de direitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a utiliza\u00e7\u00e3o cada vez mais frequente do termo \u201cafrodescendente\u201d e do conceito de \u201cafrodescend\u00eancia\u201d, a investigadora do Centro de Estudos sobre \u00c1frica e Desenvolvimento (CEsA\/CSG\/ISEG\/ULisboa) e coordenadora do AFRO-PORT, Iolanda \u00c9vora, destacou a relev\u00e2ncia de se poder acompanhar processos de ancoragem de um conceito ou categoria num determinado contexto social, \u201cpois nem todas as pessoas e grupos designados identificam-se como tal\u201d. \u201cEstamos diante de um fen\u00f3meno fluido em processo de enraizamento, o que significa que as perce\u00e7\u00f5es est\u00e3o a ser constitu\u00eddas enquanto resultado e express\u00e3o da sociedade portuguesa na sua diversidade\u201d, explica \u00c9vora.<\/p>\n\n\n\n<p>E foi a investiga\u00e7\u00e3o de um tema em constru\u00e7\u00e3o e em transforma\u00e7\u00e3o social em Portugal que deu ao AFRO-PORT o seu car\u00e1cter inovador e pioneiro. \u201cN\u00e3o nos aperceb\u00edamos, antes de come\u00e7ar esse projeto, que h\u00e1 jovens que nasceram c\u00e1 e que n\u00e3o dizem que s\u00e3o afrodescendentes; dizem que s\u00e3o africanos de segunda, terceira, quarta gera\u00e7\u00e3o. Mas, penso: n\u00e3o nasceram c\u00e1?! S\u00e3o essas vozes tamb\u00e9m que quer\u00edamos ouvir\u201d, refere Inoc\u00eancia Mata, investigadora do Centro de Estudos Comparativistas (CEComp\/FLUL\/ULisboa) e co-coordenadora do AFRO-PORT.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as coordenadoras do AFRO-PORT, o uso da express\u00e3o \u201cafrodescendente\u201d tem v\u00e1rios significados. A partir da pesquisa, aperceberam-se que v\u00e1rias pessoas interrogam-se se n\u00e3o se trata de uma forma atualizada de continuar a n\u00e3o se aceitar o negro como tal na Europa. \u201cSeria o afrodescendente essa nova designa\u00e7\u00e3o porque n\u00e3o se admite que o negro como tal possa ser um cidad\u00e3o de direitos no Velho Continente e continue a ser chamado de africano?\u201d, questiona \u00c9vora, com base nos depoimentos recolhidos na pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o especial da Revista PLCS sobre afrodescend\u00eancia e racismo<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full\"><a href=\"https:\/\/www.umasspress.com\/9781933227962\/the-open-veins-of-the-postcolonial\/\"><img width=\"298\" height=\"426\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/9781933227962.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-1047\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/9781933227962.webp 298w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/9781933227962-210x300.webp 210w\" sizes=\"(max-width: 298px) 100vw, 298px\" \/><\/a><figcaption>Clique na imagem para aceder \u00e0 revista<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>A primeira sess\u00e3o do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT teve lugar no dia 16 de setembro de 2022, na C\u00e2mara Municipal de Lisboa. O evento consistiu no lan\u00e7amento da <strong>edi\u00e7\u00e3o especial sobre afrodescend\u00eancia e racismo da Revista Portuguese Literary and Cultural Studies: dossier \u201cThe Open Veins of the Postcolonial: Afrodescendants and Racisms\u201d<\/strong> (<a href=\"https:\/\/www.umasspress.com\/9781933227962\/the-open-veins-of-the-postcolonial\/\">clique aqui para aceder<\/a>). O n\u00famero tem\u00e1tico abarca 17 artigos sobre assuntos diversos, como a presen\u00e7a africana em Portugal desde o s\u00e9culo XVI, a autonomia negra em Portugal, a ideia de ra\u00e7a e significados da branquitude, a reformula\u00e7\u00e3o do discurso racista e colonialista, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o conduzida no \u00e2mbito da revista foi apresentada por Aurora Almada e Santos (Instituto de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea\/Universidade Nova de Lisboa) e por Inoc\u00eancia Mata. \u201cEssa \u00e9 a primeira publica\u00e7\u00e3o do projeto AFRO-PORT. N\u00f3s estivemos dois anos a trabalhar sobre essa revista porque n\u00f3s quer\u00edamos que essa publica\u00e7\u00e3o trouxesse uma reflex\u00e3o mais profunda e menos imediata sobre as tem\u00e1ticas que est\u00e1vamos a discutir. Quer\u00edamos, principalmente, retirar essa ideia que a quest\u00e3o do racismo se aplica apenas aos imigrantes na sociedade portuguesa\u201d, diz Mata.<\/p>\n\n\n\n<p>O evento contou tamb\u00e9m com a presen\u00e7a e o apoio dos vereadores Beatriz Gomes Dias e Rui Tavares. \u201c\u00c9 muito importante que a quest\u00e3o afroportuguesa e afrodescendente tenha chegado nas p\u00e1ginas de uma revista t\u00e3o importante como essa\u201d, elogiou Rui Tavares. \u201cTraz uma perspetiva que desoculta uma vasta gama de discrimina\u00e7\u00f5es. \u00c9 muito importante esse olhar porque rompe com os mitos, as defini\u00e7\u00f5es, o conjunto de hierarquias e contribui para esse combate ao racismo e \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o\u201d, completou Beatriz Gomes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudo sobre as associa\u00e7\u00f5es afrodescendentes em Lisboa e lan\u00e7amento de curta-metragem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A segunda sess\u00e3o do ciclo de encerramento do Projeto AFRO-PORT teve lugar no dia 21 de setembro de 2022, no Centro Cultural de Carnide, em Lisboa, consistiu na apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados principais do <strong>estudo \u201cAssocia\u00e7\u00f5es Afrodescendentes na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa: Quest\u00f5es em debate\u201d<\/strong> e no lan\u00e7amento da <strong>curta-metragem \u201c3&#215;4. Afroportugu\u00eas: Retratos de uma identidade plural\u201d<\/strong> (N\u00eaga Filmes), um produto audiovisual desenvolvido no \u00e2mbito do Projeto do AFRO-PORT.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02718-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1051\" srcset=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02718-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02718-300x200.jpg 300w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02718-768x512.jpg 768w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02718-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/DSC02718-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Milan Dezan, bolseira do Projeto AFRO-PORT, apresenta os resultados do estudo sobre o perfil das organiza\u00e7\u00f5es de afrodescendentes na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa, na segunda sess\u00e3o do ciclo de encerramento do AFRO-PORT, no dia 21 de setembro de 2022, no Centro Cultural de Carnide<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Nesta sess\u00e3o, a quest\u00e3o das raz\u00f5es do uso do termo foi novamente trazida. Para a co-coordenadora do AFRO-PORT, Inoc\u00eancia Mata, falar de afrodescend\u00eancia causa uma mistura de sensa\u00e7\u00f5es e questionamentos, pois ao mesmo tempo em que remete com orgulho a uma ascend\u00eancia africana, tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de se evitar a palavra negro. \u201cHoje, reivindicar ser portugu\u00eas afrodescendente \u00e9 reivindicar uma perten\u00e7a e ao mesmo tempo uma ancestralidade. Serve tamb\u00e9m para que as pol\u00edticas p\u00fablicas tenham em conta essa discrimina\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a, e n\u00f3s precisamos de n\u00fameros para dizer ao Poder que existe racismo estrutural e institucional em Portugal\u201d, conclui Mata.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao estudo sobre o perfil das associa\u00e7\u00f5es, os resultados foram apresentados pela bolseira Mila Dezan (MDCI\/ISEG\/ULIsboa). A pesquisa mapeou inicialmente aproximadamente 140 associa\u00e7\u00f5es a atuar na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa que tratam sobre quest\u00f5es ligadas \u00e0 afrodescend\u00eancia, mas apenas 22 delas a identificarem-se propriamente como afrodescendentes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIdentificamos uma resist\u00eancia das organiza\u00e7\u00f5es em se apresentarem como afrodescendentes. Algumas se apresentam como tal, mas s\u00e3o cautelosas na hora de usar o termo de forma oficial\u201d, indicou Dezan. \u201cIsso nos leva a pensar se a denomina\u00e7\u00e3o tem sido imposta ou se estamos assistindo ao in\u00edcio de uma nova caracteriza\u00e7\u00e3o social que justifica essa resist\u00eancia. Quais s\u00e3o as vantagens e as desvantagens de se apresentarem como organiza\u00e7\u00f5es afrodescendentes?\u201d, pontuou.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos seus coment\u00e1rios ao estudo, \u00c9vora considerou que v\u00e1rias interroga\u00e7\u00f5es foram trazidas. \u201cO que essa denomina\u00e7\u00e3o est\u00e1 a substituir, qual \u00e9 a conveni\u00eancia e o benef\u00edcio que ela traz? Algumas associa\u00e7\u00f5es usam o termo, por exemplo, quando est\u00e3o a dialogar com o poder publico. A minha expectativa enquanto cientista social \u00e9 que essas comunidades apropriem-se e tenham muita clareza sobre o que est\u00e1 sendo dito com esse termo\u201d, destaca \u00c9vora.<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro foi marcado pelo lan\u00e7amento da <strong>curta-metragem \u201c3&#215;4 Afroportugu\u00eas: Retratos de uma identidade plural\u201d<\/strong> (N\u00eaga Filmes), um produto audiovisual desenvolvido no \u00e2mbito do Projeto do AFRO-PORT (assista logo abaixo). O filme aborda, ao longo de 11 entrevistas com personagens diversos, entre eles, mulheres, homens, jovens e idosos, um retrato do que se pensa em Portugal a respeito do conceito de afrodescend\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<iframe width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wmr9ZGH9g7A\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>As atividades, os eventos e not\u00edcias sobre o AFRO-PORT seguem dispon\u00edveis para consulta no site oficial do projeto (<a href=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/\">https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre os projetos do CEsA, aceda ao site oficial <a href=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/\">https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Autor: Comunica\u00e7\u00e3o CEsA (<\/em><a href=\"mailto:comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt\"><em>comunicacao@cesa.iseg.ulisboa.pt<\/em><\/a><em>)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Imagens: CEsA\/Reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O AFRO-PORT, projeto de investiga\u00e7\u00e3o do CEsA com recursos da FCT, investigou a afrodescend\u00eancia em Portugal, de 2018 a 2022. O ciclo de encerramento teve lugar no m\u00eas de setembro e contou com a apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados do estudo sobre o perfil das organiza\u00e7\u00f5es de afrodescendentes na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa, al\u00e9m do lan\u00e7amento de [&#8230;]<\/p>\n<p><a class=\"btn btn-secondary understrap-read-more-link\" href=\"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/projeto-afro-port-chega-ao-fim-e-deixa-legado-pioneiro-na-investigacao-sobre-a-afrodescendencia-em-portugal\/\">Continuar a ler&#8230;<span class=\"screen-reader-text\"> from Projeto AFRO-PORT chega ao fim e deixa legado pioneiro na investiga\u00e7\u00e3o sobre a afrodescend\u00eancia em Portugal<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1050,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7,12],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1046"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1046"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1046\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1065,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1046\/revisions\/1065"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1050"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1046"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1046"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cesa.rc.iseg.ulisboa.pt\/afroport\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1046"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}